CategoriesContabilidade para Farmácias

Como separar o faturamento de medicamentos isentos e tributados

Separar corretamente o faturamento de medicamentos isentos e tributados é uma prática essencial para farmácias e drogarias que desejam evitar autuações fiscais, pagar os impostos corretos e manter a contabilidade em dia.

No entanto, muitas empresas do setor ainda cometem erros nesse processo, seja por falta de organização ou por desconhecimento das regras.

Neste guia completo, a Five Consultant Contabilidade explica de forma prática como organizar essa separação, quais são os impactos tributários envolvidos e como o apoio contábil especializado pode proteger a sua farmácia de prejuízos fiscais.

Por que é importante separar medicamentos isentos e tributados?

O primeiro ponto a se destacar é que nem todos os medicamentos comercializados no Brasil estão sujeitos à tributação do ICMS ou do PIS/COFINS da mesma forma. Muitos possuem isenções, reduções de base de cálculo ou alíquotas diferenciadas, dependendo do tipo de produto, composição e enquadramento fiscal.

A Receita Estadual e a Receita Federal esperam que as farmácias realizem a correta classificação fiscal dos produtos, separando:

  • Medicamentos com isenção de ICMS (de acordo com convênios como o Convênio ICMS 87/02 e atualizações).
  • Medicamentos sujeitos à substituição tributária (ICMS-ST).
  • Medicamentos tributados normalmente (ICMS, PIS e COFINS).
  • Medicamentos com alíquota zero de PIS/COFINS.

Quando essa separação não é feita corretamente, ocorrem erros no cálculo dos tributos, o que pode resultar em multas, autuações ou recolhimento indevido de impostos, algo que pode impactar diretamente a lucratividade do negócio.

Classificação fiscal e NCM: o ponto de partida

Toda separação deve começar pela correta classificação fiscal dos medicamentos com base no NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul. Cada produto vendido possui um código NCM que determina sua carga tributária e possíveis benefícios fiscais.

Além do NCM, é importante verificar a descrição do produto na Tabela de Medicamentos da ANVISA, observar convênios estaduais e consultar a lista de alíquota zero de PIS/COFINS.

👉 Dica importante: Utilize softwares de gestão com base fiscal atualizada e conectada com a legislação vigente. O uso de sistemas desatualizados pode levar a erros graves na apuração dos tributos.

Como identificar os medicamentos isentos de ICMS

Alguns medicamentos possuem isenção total de ICMS, conforme definido em convênios do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Um dos principais é o Convênio ICMS 87/02, que lista diversos medicamentos com isenção parcial ou total, variando de acordo com:

  • Estado (a isenção depende da adesão da UF ao convênio);
  • Tipo de produto (antibióticos, oncológicos, vacinas, etc.);
  • NCM e descrição específica.

Para saber se um medicamento é isento, você deve:

  1. Verificar o NCM do produto.
  2. Consultar o Convênio ICMS vigente e os ajustes do seu estado.
  3. Verificar se sua farmácia cumpre os requisitos (como emissão correta da nota fiscal).

Essa isenção deve ser refletida no sistema de gestão da farmácia, para que o faturamento isento não seja tributado indevidamente.

Medicamentos com alíquota zero de PIS e COFINS

Além do ICMS, é preciso observar os medicamentos com alíquota zero de PIS e COFINS, segundo o Decreto nº 6.426/2008.

Esses produtos devem ser identificados e separados no faturamento, pois o impacto tributário é direto na apuração do lucro presumido ou real.

A lista inclui centenas de medicamentos, como:

  • Analgésicos
  • Antibióticos
  • Anti-hipertensivos
  • Antidiabéticos
  • Antialérgicos

A separação desses produtos no faturamento evita o pagamento indevido de contribuições e facilita o planejamento tributário do negócio.

Como estruturar o sistema de vendas para separar o faturamento

Para garantir uma separação eficiente, o ideal é que a farmácia conte com um sistema de gestão que permita:

  • Cadastro correto dos produtos com NCM, CST, CFOP e situação tributária atualizada;
  • Identificação automática de produtos isentos ou com alíquota zero;
  • Emissão de notas fiscais com detalhamento de produtos tributados e isentos separadamente;
  • Geração de relatórios de faturamento por tipo de tributação.

Além disso, é importante treinar a equipe responsável pelo faturamento e manter processos padronizados de conferência fiscal.

Quais os impactos contábeis e tributários dessa separação?

Separar corretamente o faturamento dos medicamentos traz impactos diretos nos seguintes pontos:

  • Apuração do ICMS: Isenções devem ser registradas corretamente na EFD ICMS/IPI.
  • Cálculo do Lucro Presumido: Medicamentos com isenção impactam a receita tributável.
  • Planejamento tributário: Com base nos produtos mais vendidos, é possível planejar regimes mais vantajosos.
  • Evita autuações fiscais: O Fisco cruza os dados da nota fiscal, SPED e declarações para verificar inconsistências.

Se o faturamento estiver incorretamente misturado, há grande risco de pagar mais impostos ou cair na malha fina fiscal.

Qual o papel do contador nesse processo?

Um contador especializado no setor farmacêutico é peça-chave para orientar a farmácia nesse processo. Entre suas funções, destacam-se:

  • Análise fiscal do portfólio de produtos;
  • Apoio no cadastro tributário correto no sistema da farmácia;
  • Revisão da emissão de notas fiscais;
  • Suporte na apuração de tributos e geração das obrigações acessórias;
  • Acompanhamento de atualizações na legislação.

Além disso, o contador pode propor estratégias de redução legal da carga tributária, como a escolha do melhor regime tributário, adequação à substituição tributária ou recuperação de tributos pagos indevidamente.

Erros comuns cometidos pelas farmácias

Para evitar prejuízos e problemas com o Fisco, é importante conhecer os erros mais comuns:

  • Utilizar sistemas desatualizados sem separação fiscal;
  • Misturar faturamento de produtos isentos e tributados;
  • Classificar incorretamente o NCM do medicamento;
  • Não verificar convênios e benefícios fiscais atualizados;
  • Lançar indevidamente a receita total como tributada.

Esses erros podem ser evitados com o apoio de uma contabilidade especializada e o uso de boas ferramentas de gestão.

Conclusão: sua farmácia está separando corretamente o faturamento?

Separar corretamente o faturamento de medicamentos isentos e tributados é mais do que uma obrigação fiscal, é uma estratégia de economia e segurança tributária para sua farmácia.

Ao organizar os processos internos, manter o cadastro dos produtos atualizado e contar com uma contabilidade especializada, você reduz riscos e aumenta a lucratividade do seu negócio.

A Five Consultant Contabilidade é especializada em farmácias e drogarias e está pronta para ajudar sua empresa a evitar autuações, pagar menos impostos e ter mais segurança na gestão fiscal.

Fale com nossos especialistas e veja como podemos otimizar a contabilidade da sua farmácia!

CategoriesContabilidade Consultiva

Como não pagar imposto sobre distribuição de lucros?

A partir de 2026, uma nova realidade tributária passou a exigir mais atenção de empresários e profissionais liberais: a distribuição de lucros, que até então era isenta de Imposto de Renda, agora pode ser parcialmente tributada

A mudança foi trazida pela Lei nº 15.270/25, que instituiu tributação de 10% sobre lucros mensais acima de R$ 50 mil por sócio.

Essa alteração impacta diretamente a estrutura de remuneração adotada por milhares de empresas no Brasil. Mas a boa notícia é: ainda é possível distribuir lucros sem pagar imposto, desde que a empresa esteja devidamente organizada e cumpra critérios legais claros.

Neste artigo, a equipe da Five Consultant Contabilidade explica o que muda, como funciona o novo limite de isenção e quais estratégias podem ser adotadas para manter a distribuição de lucros isenta de tributação, com total segurança fiscal.

O que mudou com a nova tributação dos lucros?

Até 2025, empresários que atuavam como pessoa jurídica contavam com isenção total de IR sobre os lucros distribuídos, desde que houvesse escrituração contábil regular. Essa era uma das maiores vantagens do modelo PJ, especialmente para profissionais que desejavam reduzir a carga tributária.

A partir de 2026, essa realidade muda. Veja o que diz a nova regra:

  • Lucros de até R$ 50 mil por mês, por sócioisentos de IR;

  • Lucros acima de R$ 50 mil por mês, por sóciotributados em 10%, com retenção feita pela empresa na fonte.

Como funciona o limite de isenção?

O novo teto de isenção é de R$ 50 mil por mês, por sócio. Se esse limite for ultrapassado em qualquer mês, o valor será tributado em 10%.

Exemplos práticos:

Cenário 1 – Distribuição concentrada em dezembro:

  • A empresa acumula R$ 600 mil de lucro durante o ano.

  • Em dezembro, distribui tudo de uma vez a um único sócio.

  • Resultado: os R$ 600 mil ultrapassam o teto mensal e serão tributados em 10%R$ 60 mil de imposto retido na fonte.

Cenário 2 – Distribuição mensal planejada:

  • A empresa distribui R$ 50 mil por mês, entre janeiro e dezembro.

  • Total anual: R$ 600 mil.

  • Resultado: nenhum mês ultrapassou o limite → 100% do valor isento de IR.

👉 Conclusão: A estratégia ideal é distribuir lucros mensalmente, respeitando o limite de R$ 50 mil por sócio.

Estratégias para continuar distribuindo lucros sem pagar imposto

A seguir, veja quatro estratégias legais e eficazes para manter a isenção sobre os lucros mesmo após a entrada em vigor da nova tributação:

1. Distribuições mensais regulares

A primeira e mais óbvia recomendação é simples: evite fazer distribuições únicas ou concentradas em apenas alguns meses. Distribua o lucro de forma mensal, respeitando o limite de R$ 50 mil por sócio.

Além de manter a isenção, essa prática:

  • Melhora o fluxo de caixa pessoal dos sócios;

  • Ajuda no controle financeiro e no planejamento tributário;

  • Reduz o risco de cair na malha fina.

➡️ Se a empresa contar com R$ 600 mil de lucro disponível no ano, o melhor é programar R$ 50 mil/mês ao longo dos 12 meses.

2. Adicione mais sócios no contrato social

Outra alternativa para manter a isenção sem reduzir os valores retirados da empresa é dividir o lucro entre mais sócios

Com isso, cada sócio respeita o limite mensal individual de R$ 50 mil.

Exemplo prático:

  • Lucro mensal da empresa: R$ 100 mil.

  • Sócio único: R$ 100 mil tributado → R$ 10 mil de IR.

  • Dois sócios: R$ 50 mil para cada → R$ 0 de imposto.

Essa estratégia é bastante comum em empresas familiares, onde cônjuges e filhos maiores podem ser formalmente incluídos no contrato social. Mas é fundamental que essa inclusão seja legítima e esteja devidamente documentada.

3. Crie uma holding para centralizar e redistribuir os lucros

A constituição de uma holding patrimonial ou operacional é uma alternativa interessante para empresários que atuam em múltiplos negócios ou têm alto volume de lucros.

Nesse modelo:

  • A holding se torna sócia das empresas operacionais.

  • Recebe os lucros em nome da pessoa jurídica.

  • Posteriormente, distribui os valores de forma fracionada aos sócios da holding, respeitando o teto mensal de R$ 50 mil.

⚠️ Essa estratégia exige planejamento contábil, jurídico e societário. A Five Consultant pode auxiliar na estruturação completa da holding.

4. Contabilidade em dia: condição essencial para isenção

Nenhuma estratégia será eficaz se a empresa não contar com uma escrituração contábil regular. A isenção de IR sobre lucros distribuídos só é válida quando a empresa cumpre certos requisitos formais.

A empresa deve:

  • Manter livro diário e livro razão atualizados;

  • Apurar os lucros com base em DRE e balanço patrimonial;

  • Registrar a deliberação de distribuição por meio de ata de reunião de sócios;

  • Estar em dia com os impostos obrigatórios.

Empresas que distribuem lucros com base apenas em estimativas ou sem contabilidade formalizada podem perder o direito à isenção e ser autuadas pela Receita Federal.

O pró-labore continua obrigatório?

Sim. Mesmo com distribuição de lucros, os sócios que exercem atividade na empresa devem receber pró-labore, com:

  • Retenção de INSS e IR conforme a tabela progressiva;

  • Recolhimento pela empresa via eSocial e DCTFWeb;

  • Folha de pagamento registrada todos os meses.

❗ A ausência de pró-labore pode ser interpretada como tentativa de disfarce de remuneração e invalidar a isenção sobre os lucros, resultando em autuação e cobrança retroativa de tributos.

Conclusão: isenção de lucros ainda é possível com organização

Com a nova regra em vigor, não basta apenas ter lucro, é preciso saber distribuí-lo corretamente. 

A boa notícia é que a legislação mantém uma faixa isenta de R$ 50 mil/mês por sócio, que pode ser explorada com inteligência tributária e estrutura contábil adequada.

Para isso, é fundamental:

✅ Planejar a distribuição com antecedência;
✅ Distribuir mensalmente dentro do limite legal;
✅ Avaliar a inclusão de mais sócios;
✅ Estruturar uma holding, se for o caso;
✅ Manter a contabilidade 100% em dia;
✅ Recolher e registrar o pró-labore corretamente.

📞 Fale com a Five Consultant Contabilidade

Na Five Consultant Contabilidade, oferecemos suporte completo para empresas que buscam eficiência tributária, segurança jurídica e redução da carga fiscal.

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Como declarar PIX recebido no consultório médico?

Com a popularização do PIX como forma de pagamento, muitos médicos passaram a receber seus honorários diretamente por essa modalidade, principalmente em atendimentos particulares. 

A praticidade do sistema, no entanto, exige atenção redobrada com o controle financeiro e as obrigações fiscais. Afinal, todo PIX recebido no consultório precisa ser declarado corretamente para evitar problemas com a Receita Federal.

Neste artigo, a equipe da Five Consultant Contabilidade, especialista na contabilidade para médicos e profissionais da saúde, explica como funciona a tributação sobre o PIX, quais são os riscos de não declarar e quais estratégias podem ser adotadas para pagar menos impostos com segurança.

Continue lendo e veja como manter sua clínica ou consultório em dia com o Fisco.

Receber por PIX é o mesmo que receber em dinheiro?

Sim. Para fins fiscais, receber por PIX é equivalente a receber em dinheiro ou transferência bancária. 

Na prática, isso significa que os valores recebidos por essa via devem ser informados na declaração de Imposto de Renda, sempre que forem oriundos de um serviço prestado, venda de mercadoria, herança ou doação.

A Receita Federal tem acesso a todas essas informações por meio de cruzamentos de dados com bancos, operadoras de cartão e plataformas de pagamento.

Por isso, deixar de declarar o PIX recebido pode ser considerado omissão de receita e levar à malha fina.

Sou pessoa física: como declarar o PIX recebido?

Se você atua como autônomo, ou seja, sem CNPJ, os valores recebidos por PIX devem ser declarados como rendimento tributável recebido de pessoa física ou de pessoa jurídica, dependendo de quem contratou o serviço.

Nesse caso, você deve:

  • Emitir recibo no Receita Saúde para cada atendimento. 
  • Recolher o carnê-leão mensalmente sobre os valores recebidos, de acordo com a tabela progressiva do IR. 
  • Declarar todos os valores no programa do carnê-leão da Receita Federal e, depois, importá-los na Declaração Anual do IRPF.

Além disso, é necessário recolher o INSS como contribuinte individual (20% sobre o valor declarado, limitado ao teto do INSS).

Exemplo prático: Se você recebeu R$ 8.000,00 via PIX no mês, precisa calcular o carnê-leão sobre esse valor (descontando eventuais despesas dedutíveis) e recolher mensalmente o DARF correspondente.

Sou pessoa jurídica (tenho CNPJ), como declarar PIX?

Se você atua como pessoa jurídica (PJ), os PIX recebidos entram como receita da empresa. Isso exige:

  • Emissão de nota fiscal para cada atendimento ou lote de atendimentos (caso a legislação municipal permita). 
  • Escriturar corretamente os valores na contabilidade da empresa. 
  • Recolher os tributos devidos conforme o regime tributário adotado (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).

A principal vantagem aqui é que, ao atuar como PJ, você pode pagar bem menos imposto do que como pessoa física, além de ter a possibilidade de transferir os lucros da empresa para a pessoa física, com isenção de Imposto de Renda.

Principais riscos de não declarar o PIX

Muitos profissionais ainda pensam que receber por PIX “não deixa rastro”, mas isso é um grande equívoco. 

O PIX é 100% rastreável pelo Banco Central, Receita Federal e instituições bancárias. Além disso, a legislação em vigor, obrigar todas as instituições financeiras a informar mensalmente todas as transações de pagamento, o que aumentou o cruzamento de dados.

Veja os principais riscos de não declarar corretamente o PIX:

  • Malha fina da Receita Federal. 
  • Cobrança retroativa de impostos com multa e juros. 
  • Autuações fiscais com presunção de omissão de receita. 
  • Perda de benefícios fiscais ou exclusão do Simples Nacional. 
  • Dificuldade para comprovar renda em financiamentos, aquisição de imóveis e outros objetivos pessoais.

Portanto, é essencial manter o controle de todos os recebimentos via PIX e buscar apoio de um contador especializado.

Como organizar os recebimentos via PIX?

A organização dos recebimentos é o primeiro passo para uma declaração segura e eficiente. Veja boas práticas:

  • Tenha uma conta exclusiva para o consultório ou CNPJ. 
  • Anote todos os atendimentos com data, nome do paciente e valor recebido. 
  • Use um sistema de gestão ou planilha para controle mensal. 
  • Emita recibos ou notas fiscais conforme a natureza da sua atuação (PF ou PJ). 
  • Separe os valores pessoais dos profissionais, principalmente se for MEI ou atuar como empresa.

Com essas medidas, você facilita a escrituração contábil, evita erros na declaração e ainda consegue enxergar melhor a lucratividade do consultório.

Como pagar menos impostos sobre os valores recebidos por PIX?

A forma mais eficiente e segura de pagar menos impostos como médico é abrir um CNPJ. Na maioria dos casos, a economia pode chegar a mais de 50% em comparação com a tributação como pessoa física.

Veja um exemplo simples:

  • Pessoa física (autônomo): IR pode chegar a 27,5% + INSS de até 20%. 
  • Pessoa jurídica no Simples Nacional (Anexo III): alíquotas a partir de 6%, podendo chegar a 15,5% se não atender ao Fator R. 
  • Pessoa jurídica no Lucro Presumido: tributação média de 13,33% sobre o faturamento.

Além disso, o CNPJ permite que você:

 

  • Planeje a retirada de pró-labore e distribuição de lucros. 
  • Organize melhor o fluxo financeiro da clínica. 
  • Tenha mais credibilidade no mercado e facilidade para obter crédito.

Se você ainda atua como pessoa física, considere fazer uma simulação com a Five Consultant Contabilidade para verificar o quanto pode economizar migrando para PJ.

Conclusão: organização e planejamento fazem a diferença

Em um cenário cada vez mais digital e fiscalizado, declarar corretamente os valores recebidos por PIX é uma obrigação legal e estratégica para os médicos que desejam manter a saúde financeira do consultório em dia.

Seja como autônomo ou como pessoa jurídica, é essencial ter um bom controle dos recebimentos, pagar os impostos corretamente e buscar orientação de um contador especializado no setor da saúde.

Na Five Consultant Contabilidade, somos especialistas em atender médicos, clínicas e profissionais da saúde que desejam reduzir impostos, manter a conformidade fiscal e crescer com segurança.

Fale com um especialista da Five Consultant Contabilidade e veja como podemos ajudar você a declarar corretamente os valores recebidos por PIX e ainda pagar menos impostos com segurança e legalidade.

 

CategoriesContabilidade para Farmácias

Farmácias com débitos fiscais: como regularizar de forma segura

A rotina de uma farmácia vai muito além da venda de medicamentos. Com tantas obrigações fiscais, tributárias e regulatórias, é comum que, em algum momento, o negócio acumule débitos com o Fisco, seja por atraso no pagamento de tributos, erros de apuração ou falta de acompanhamento contábil.

Neste artigo, vamos explicar como as farmácias podem regularizar suas pendências fiscais com segurança, quais são as alternativas disponíveis, os riscos de não agir a tempo e como uma contabilidade especializada pode ajudar nesse processo.

Quais os principais débitos fiscais que farmácias costumam acumular?

As farmácias estão entre os estabelecimentos mais fiscalizados no Brasil. Isso porque lidam com produtos regulados, receitas médicas, convênios com o SUS, notas fiscais eletrônicas e tributos federais, estaduais e municipais.

Os débitos fiscais mais comuns neste setor incluem:

  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), um tributo estadual essencial na venda de medicamentos e produtos;

  • PIS e COFINS, tributos federais sobre o faturamento, com regras distintas conforme o regime tributário;

  • INSS patronal e encargos trabalhistas não recolhidos corretamente;

  • ISS (quando a farmácia presta serviços como aplicação de vacinas ou testes);

  • Multas por atraso na entrega de obrigações acessórias, como SPED, DCTF, PGDAS-D, entre outros.

Além disso, erros de classificação fiscal (como NCMs incorretos) podem gerar autuações retroativas, dificultando ainda mais a situação do empresário.

Quais os riscos de manter débitos fiscais em aberto?

Ter pendências fiscais pode colocar em risco a saúde financeira e até mesmo a existência da farmácia. Entre os principais impactos negativos, destacam-se:

  • Impedimento de emissão de certidões negativas, necessárias para licitações, parcerias e financiamentos;

  • Exclusão do Simples Nacional, obrigando a farmácia a migrar para regimes mais caros como Lucro Presumido ou Real;

  • Multas e juros altos, que aumentam consideravelmente o valor da dívida original;

  • Execução fiscal e bloqueio de bens, como contas bancárias, estoque e veículos;

  • Responsabilização dos sócios, que podem responder com seu patrimônio pessoal em casos de omissão ou fraude.

Portanto, quanto antes for feita a regularização, menores serão os danos e mais chances o negócio terá de retomar o equilíbrio fiscal.

Quais são as formas de regularizar os débitos?

Existem diferentes formas de regularizar débitos fiscais, e o ideal é buscar a alternativa mais vantajosa considerando a realidade da farmácia. As principais opções são:

1. Parcelamentos ordinários

Tanto a Receita Federal quanto os Estados oferecem parcelamentos ordinários de débitos. No caso federal, é possível dividir em até 60 vezes. 

Já o parcelamento do ICMS é feito via Secretaria da Fazenda de cada estado, com prazos que variam de acordo com a legislação estadual.

2. Programa de Regularização Fiscal (Refis)

Quando disponível, o Refis é uma ótima oportunidade. Esses programas oferecem redução de juros, multas e possibilidade de parcelamento mais longo, muitas vezes com entrada facilitada. 

Fique atento: O Refis não é permanente e depende de lei específica. Quando liberado, o programa é divulgado pela Receita Federal e mídia em geral.

3. Pagamento à vista com desconto

Alguns estados e municípios oferecem descontos para quem optar por quitar os débitos à vista

Se a farmácia tiver caixa ou capital de giro disponível, pode ser uma opção financeiramente mais interessante, evitando juros e multas.

4. Compensação tributária

Empresas que têm créditos tributários (como ICMS acumulado, retenções indevidas ou decisões judiciais favoráveis) podem utilizá-los para compensar débitos

Essa é uma estratégia possível em alguns casos, mas que requer acompanhamento contábil e jurídico especializado.

Quais documentos e informações são necessários?

Para iniciar o processo de regularização, a farmácia precisará reunir alguns documentos e informações:

  • Extrato da dívida ativa e relatórios da Receita Federal e SEFAZ;

  • Relatórios contábeis e fiscais atualizados (balancetes, apurações, DREs);

  • Comprovantes de débitos anteriores e eventuais notificações;

  • CNPJ ativo e situação cadastral regular na Receita e demais órgãos.

Além disso, é importante contar com apoio contábil especializado para realizar o levantamento completo das pendências e simular os cenários de regularização possíveis.

O que acontece se a farmácia não regularizar?

Ignorar débitos fiscais pode trazer sérias consequências para a farmácia. A primeira delas é a inclusão do CNPJ na Dívida Ativa da União, o que impede a obtenção de certidões negativas, documentos essenciais para participar de licitações, obter financiamento e manter convênios com operadoras de planos de saúde.

Além disso, o nome da farmácia pode ser protestado em cartório, negativado junto a órgãos de crédito como Serasa e SPC, e até sofrer bloqueios judiciais em contas bancárias. 

A Receita Federal e as Secretarias de Fazenda também podem aplicar multas adicionais e suspender a inscrição estadual, o que impossibilita a emissão de notas fiscais e a reposição de estoque.

Empresas com débitos ativos também podem ser excluídas de regimes como o Simples Nacional, passando a pagar impostos mais altos automaticamente. Portanto, regularizar a situação fiscal da farmácia é uma medida urgente para manter a operação segura e dentro da legalidade.

A importância da contabilidade especializada para farmácias

Contar com um contador comum pode não ser suficiente diante da complexidade tributária do setor farmacêutico. Uma contabilidade especializada conhece:

  • As particularidades fiscais da atividade de farmácia, como substituição tributária de medicamentos e produtos isentos de ICMS;

  • Os regimes tributários mais vantajosos, como o Simples Nacional e suas limitações;

  • O correto enquadramento fiscal de mercadorias e serviços prestados, evitando autuações;

  • As estratégias de recuperação de créditos tributários e planejamento para reduzir a carga futura.

Na prática, um bom parceiro contábil não apenas ajuda a regularizar débitos antigos, como também previne o surgimento de novas pendências, otimizando a gestão fiscal e aumentando a lucratividade da farmácia.

Conclusão

Se a sua farmácia está enfrentando problemas com débitos fiscais, o primeiro passo é buscar ajuda especializada. 

A regularização evita riscos como exclusão do Simples, multas e bloqueios judiciais, além de permitir que o negócio volte a crescer com segurança.

A equipe da Five Consultant Contabilidade está preparada para ajudar farmácias em todas as etapas da regularização fiscal, oferecendo soluções personalizadas, simulações, apoio na negociação de dívidas e planejamento tributário eficiente.

Fale com um especialista agora mesmo e comece a recuperar a saúde fiscal do seu negócio.

CategoriesContabilidade para indústrias

5 erros que podem diminuir o lucro da sua indústria

Manter o lucro em alta é um dos maiores desafios enfrentados pelos gestores industriais, principalmente em um cenário de concorrência acirrada, instabilidade econômica e aumento constante dos custos operacionais. 

E mesmo com uma boa estrutura de produção e vendas, alguns erros estratégicos e operacionais podem comprometer diretamente o resultado final da empresa.

Neste artigo, a equipe da Five Consultant Contabilidade mostra os 5 erros mais comuns que podem reduzir o lucro da sua indústria, explica como identificá-los e o que fazer para evitá-los. 

Se você deseja aumentar sua margem de lucro com inteligência financeira e eficiência operacional, acompanhe a leitura até o fim!

1. Falta de controle de custos e despesas

Um dos erros mais graves, e também mais comuns, é a ausência de um controle eficaz dos custos e despesas da operação industrial

Muitas indústrias não sabem ao certo quanto custa fabricar cada produto, qual é a margem real de contribuição e quais gastos estão impactando o caixa de forma desnecessária.

Esse descontrole pode levar a diversos problemas, como:

  • Precificação incorreta, que compromete a competitividade e a margem de lucro;

  • Desperdício de insumos e matérias-primas, principalmente quando não há uma gestão eficiente de estoque;

  • Custos fixos elevados que passam despercebidos, como energia, manutenção e mão de obra improdutiva;

  • Dificuldade para identificar gargalos que elevam os custos da produção.

🔎 Como evitar: 

A melhor forma de resolver esse problema é contar com o suporte de uma contabilidade especializada para indústrias, que organize as informações contábeis e implemente um controle de custos por centro de resultado, produto e processo. 

Além disso, investir em um sistema de gestão industrial (ERP) e acompanhar periodicamente relatórios de rentabilidade por produto é essencial para a tomada de decisão.

2. Escolha equivocada do regime tributário

Outro erro que pode afetar diretamente a lucratividade é estar enquadrado em um regime tributário inadequado

Muitas indústrias permanecem no Simples Nacional por comodidade ou optam pelo Lucro Presumido sem realizar simulações, quando na verdade poderiam pagar menos impostos no Lucro Real, ou vice-versa.

Cada regime tributário possui características específicas:

  • Simples Nacional: Mais simples de administrar, mas pode ter carga mais pesada se o faturamento ultrapassar certos limites ou se o Fator R não for vantajoso;

  • Lucro Presumido: Usa presunções de margem que podem ser desfavoráveis para indústrias com lucro real abaixo da média;

  • Lucro Real: Mais burocrático, mas pode oferecer economia tributária quando bem gerenciado, com possibilidade de deduções e créditos fiscais.

Uma escolha errada pode gerar pagamento excessivo de impostos, reduzir a margem líquida e até dificultar o crescimento do negócio.

Como resolver: 

É fundamental realizar planejamento tributário anual com apoio de um contador especializado no setor industrial. 

A equipe da Five Consultant Contabilidade pode simular diferentes cenários e indicar o enquadramento mais vantajoso de acordo com o perfil da sua indústria.

3. Precificação incorreta dos produtos

Você sabe exatamente quanto custa para produzir cada item do seu catálogo? E mais: sabe quanto precisa cobrar para atingir a margem desejada, considerando impostos, despesas fixas e variáveis, além do lucro planejado?

Precificar mal é um erro fatal para o lucro da indústria. Cobrar abaixo do necessário leva à perda financeira; cobrar acima do mercado pode reduzir a competitividade.

🚩 Sinais de problemas na precificação:

  • Alta rotatividade de produtos, mas baixa rentabilidade;

  • Estoque parado de itens com preço fora do padrão de mercado;

  • Falta de clareza sobre margens por produto ou linha;

  • Vendas que não cobrem os custos operacionais.

💡 Dica prática:

Implemente uma formação de preço baseada em custos reais e margem de contribuição. Isso pode ser feito com apoio do seu contador industrial e com a ajuda de planilhas ou ERPs que permitam simulações automáticas.

4. Falta de indicadores de desempenho e gestão financeira

Sem medir, é impossível gerenciar. Muitas indústrias operam “no escuro”, sem acompanhar KPIs (indicadores-chave de desempenho) que mostram como está a saúde financeira e operacional do negócio.

Essa ausência de métricas pode gerar:

  • Decisões baseadas em achismo;

  • Falta de visão sobre gargalos de produção ou vendas;

  • Desconhecimento sobre o ciclo financeiro e o fluxo de caixa;

  • Atrasos em investimentos importantes para expansão.

📊 Exemplos de indicadores que você precisa acompanhar:

  • Margem bruta e líquida;

  • Ticket médio por cliente;

  • Giro de estoque;

  • Custo fixo por unidade produzida;

  • EBITDA;

  • ROI (retorno sobre investimento).

🔧 Como corrigir:

Crie uma rotina mensal de análise de indicadores, junto ao seu contador ou consultor financeiro. 

A Five Consultant pode ajudar sua indústria a estruturar controles inteligentes, com relatórios gerenciais que permitam decisões mais rápidas e estratégicas.

5. Falta de planejamento estratégico e orçamentário

Por fim, um erro comum é a falta de planejamento de médio e longo prazo. Muitas indústrias estão tão envolvidas com a operação do dia a dia que esquecem de traçar metas, revisar o orçamento e planejar o crescimento.

❗ Isso leva a uma gestão reativa, em vez de proativa.

🔄 Consequências da ausência de planejamento:

  • Crescimento desordenado;

  • Falta de capital para expandir;

  • Ausência de previsões de vendas, compras e investimentos;

  • Baixo aproveitamento de oportunidades fiscais, de crédito ou de mercado.

🎯 O que fazer:

Implemente um planejamento orçamentário anual, com metas financeiras claras, margens esperadas, investimentos planejados e previsão de receitas e despesas. 

Um contador especializado ajuda não só na projeção, como também no acompanhamento mensal, comparando o realizado com o planejado.

Conclusão: mais lucro com gestão inteligente e contabilidade especializada

Aumentar o lucro da indústria não depende apenas de vender mais. É preciso gestão estratégica, controle de custos, eficiência tributária e análise financeira contínua. 

Os 5 erros que listamos aqui são responsáveis por reduzir a margem de muitas indústrias que, em tese, poderiam ser muito mais lucrativas.

A boa notícia é que todos eles podem ser corrigidos com o apoio certo.

A Five Consultant Contabilidade é especialista em contabilidade industrial e planejamento tributário. Podemos ajudar você a reorganizar o financeiro da sua indústria, reduzir impostos e aumentar sua rentabilidade.

Fale com nossos consultores e descubra como podemos ajudar seu negócio a lucrar mais com segurança e inteligência.

CategoriesContabilidade para Farmácias

Como aumentar o lucro da farmácia: estratégias para crescer com eficiência

Aumentar o lucro da farmácia é um desafio muito comum entre empreendedores do setor farmacêutico, principalmente em um mercado tão competitivo e regulado como o brasileiro. 

No entanto, com a aplicação das estratégias corretas,que envolvem gestão financeira, controle de estoque, precificação inteligente, marketing e planejamento tributário, é possível obter resultados expressivos e sustentáveis.

Neste artigo completo, elaborado pelo time da Five Consultant Contabilidade, vamos apresentar as principais ações que você pode implementar para melhorar a rentabilidade do seu negócio. 

Continue a leitura e descubra como transformar sua farmácia em uma empresa mais lucrativa, eficiente e competitiva.

1.Conheça seus custos e margens com precisão

Uma farmácia só pode ser realmente lucrativa quando o gestor entende com clareza os custos envolvidos na operação. Isso inclui:

  • Custo de aquisição dos produtos (CMV – Custo das Mercadorias Vendidas)

  • Despesas fixas: aluguel, energia, folha de pagamento, taxas e sistemas

  • Despesas variáveis: impostos sobre vendas, comissões, taxas de cartão

  • Custos ocultos: perdas por vencimento, furtos, produtos obsoletos

📌 Dica prática: Mantenha sua contabilidade sempre atualizada e tenha relatórios gerenciais que mostrem a margem de contribuição por produto, categoria e fornecedor. 

Na prática, isso ajudará você a tomar decisões mais inteligentes sobre quais produtos manter ou descontinuar.

2.Faça um bom controle de estoque

Um dos grandes vilões do lucro de uma farmácia é a má gestão de estoque. Produtos vencidos, excesso de mercadorias paradas ou falta de itens essenciais geram prejuízos financeiros diretos.

Boas práticas de controle de estoque incluem:

  • Cadastro correto de produtos com validade e lote

  • Curva ABC para identificar produtos que mais vendem

  • Inventários regulares para evitar perdas

  • Reposição baseada em giro e sazonalidade

  • Integração do sistema de vendas com o estoque

💡 Atenção: Um estoque desorganizado impede o crescimento da farmácia e consome capital de giro. Automatizar esse processo com um bom sistema de gestão faz toda a diferença.

3.Reavalie sua política de preços

Muitos farmacistas têm receio de reajustar os preços por medo de perder clientes, mas precificar corretamente é essencial para garantir margens saudáveis.

Veja o que considerar ao definir os preços:

  • Tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) da Anvisa

  • Concorrência direta e posicionamento da sua farmácia

  • Custos fixos e variáveis embutidos na operação

  • Perfil do público-alvo e valor percebido

🎯 Uma boa prática é monitorar os produtos que mais vendem (os “campeões de venda”) e garantir que eles tenham margens equilibradas. Em outros itens, com menor sensibilidade de preço, é possível aplicar uma margem um pouco maior.

4.Invista em marketing farmacêutico

Não adianta ter bons produtos e preços competitivos se os clientes não sabem disso. O marketing é uma poderosa ferramenta para atrair e fidelizar consumidores, aumentando o ticket médio e a frequência de compras.

Ações de marketing que ajudam a aumentar o lucro da farmácia:

  • Criação de programas de fidelidade com cashback ou pontos

  • Divulgação de promoções por WhatsApp, SMS e redes sociais

  • Parcerias com clínicas, médicos e profissionais de saúde

  • Campanhas sazonais (como gripe, verão, dia das mães)

  • Otimização do Google Meu Negócio para atrair clientes locais

📣 Lembre-se: O marketing digital local (como anúncios no Google e presença no Instagram) é extremamente eficaz para farmácias de bairro ou cidades de médio porte.

5.Treine sua equipe de atendimento

O atendimento é um dos maiores diferenciais competitivos em uma farmácia. Farmacêuticos e atendentes bem treinados conseguem:

  • Indicar produtos adicionais (venda cruzada)

  • Orientar com segurança sobre o uso dos medicamentos

  • Fidelizar o cliente pela qualidade do serviço

  • Evitar erros que geram retrabalho ou prejuízos

🧑‍🏫 Invista em capacitação constante, incluindo noções de atendimento humanizado, técnicas de venda consultiva, conhecimento sobre medicamentos e ética no relacionamento com o cliente.

6.Reduza a carga tributária com planejamento fiscal

Você sabia que muitos donos de farmácia pagam mais impostos do que deveriam simplesmente por estarem no regime tributário inadequado?

Dependendo do faturamento, da folha de pagamento e da margem de lucro, sua farmácia pode ter uma economia significativa ao migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo.

O que um bom contador pode fazer por sua farmácia:

  • Avaliar o regime tributário mais vantajoso

  • Elaborar um planejamento fiscal sob medida

  • Identificar créditos tributários (PIS/COFINS, ICMS-ST)

  • Otimizar a folha de pagamento e pró-labore

  • Evitar multas e autuações da Receita Federal

📊 A Five Consultant Contabilidade pode ajudar você a pagar menos impostos de forma legal e aumentar a lucratividade da sua farmácia.

7.Monitore indicadores de desempenho

Você só melhora o que pode medir. Por isso, acompanhar os indicadores de desempenho é fundamental para entender o que está funcionando e o que precisa ser ajustado.

Principais KPIs para farmácias:

  • Margem de lucro líquida

  • Giro de estoque

  • Ticket médio por cliente

  • Faturamento por funcionário

  • Percentual de vendas por categoria (medicamentos, dermocosméticos, etc.)

  • Índice de perdas por vencimento ou furtos

📈 Com esses números em mãos, você consegue tomar decisões baseadas em dados, e não em achismos.

8.Trabalhe com mix inteligente de produtos

Uma farmácia que vende só medicamentos deixa dinheiro na mesa. Ampliar o mix com produtos de conveniência e maior margem pode melhorar significativamente os resultados.

Itens que costumam ter alta margem:

  • Cosméticos e perfumaria

  • Suplementos alimentares

  • Produtos infantis

  • Higiene pessoal

  • Acessórios de saúde (termômetros, inaladores)

🔄 Faça testes A/B, avalie a aceitação do público e mantenha os produtos com melhor giro e maior rentabilidade.

9.Aposte em canais digitais e delivery

As farmácias que oferecem atendimento multicanal conseguem alcançar mais clientes e vender mais. O uso de canais digitais é essencial para se manter competitivo.

Exemplos de canais e serviços:

  • Loja virtual própria ou integração com marketplaces

  • Atendimento por WhatsApp com catálogo e pagamento via link

  • Delivery com motoboy ou integração com apps de entrega

  • Agendamento de serviços (vacinação, teste de glicemia, aferição de pressão)

📱 A digitalização não é mais tendência, é uma exigência do novo consumidor.

Conclusão: a Five Consultant Contabilidade ajuda sua farmácia a lucrar mais

Como você viu, aumentar o lucro da farmácia depende de uma série de ações integradas, que envolvem desde controle de estoque e precificação até marketing e planejamento tributário. Não existe fórmula mágica, mas sim gestão estratégica, baseada em dados, tecnologia e apoio especializado.

Se você quer aumentar a rentabilidade da sua farmácia com segurança, economia e inteligência fiscal, conte com a Five Consultant Contabilidade.

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CategoriesContabilidade para Farmácias

Como recuperar créditos tributários no setor farmacêutico

O setor farmacêutico é um dos mais complexos quando o assunto é tributação. Com diferentes regimes fiscais, inúmeros produtos com tratamentos tributários variados e constantes atualizações na legislação, é comum que farmácias e distribuidoras de medicamentos acabem pagando mais tributos do que deveriam, muitas vezes sem perceber.

A boa notícia é que essas distorções podem ser corrigidas. Por meio de uma análise especializada, é possível recuperar créditos tributários e até reaver valores pagos indevidamente nos últimos anos, trazendo alívio para o caixa da empresa e mais margem de lucro.

Neste artigo da Five Consultant Contabilidade, você vai entender o que são os créditos tributários, como identificá-los no setor farmacêutico, quais tributos podem ser recuperados e qual o passo a passo para aproveitar essa oportunidade com segurança jurídica.

O que são créditos tributários?

Créditos tributários são valores pagos a maior ou indevidamente em tributos e que podem ser compensados ou ressarcidos pela empresa. 

Em outras palavras, quando uma farmácia recolhe um imposto de forma incorreta, ou deixa de utilizar algum benefício fiscal permitido, tem direito a recuperar esse valor junto ao fisco.

A recuperação pode ser:

  • Administrativa: por meio de compensação com tributos futuros;

  • Judicial: por via de ação na Justiça, quando há controvérsia na interpretação da lei.

No caso do setor farmacêutico, esses créditos geralmente são descobertos após uma revisão tributária minuciosa, considerando o tipo de produto, o regime de apuração, a classificação fiscal (NCM) e a legislação aplicável.

Por que farmácias pagam tributos indevidamente?

Alguns fatores explicam por que o setor farmacêutico é altamente exposto a pagamentos indevidos:

  1. Classificação incorreta de produtos

Muitos medicamentos e produtos de perfumaria e higiene possuem isenções, reduções de base de cálculo ou substituição tributária parcial, mas é comum que esses tratamentos não sejam aplicados corretamente por erro na classificação fiscal (NCM).

  1. Mudanças frequentes na legislação

A legislação tributária muda com frequência e, se a farmácia ou distribuidora não tiver acompanhamento contábil especializado, pode continuar recolhendo tributos com base em regras antigas.

  1. Erro na apuração do ICMS-ST

O ICMS por Substituição Tributária (ICMS-ST) é um dos pontos mais sensíveis para farmácias. 

Muitas vezes, o imposto é recolhido na origem com base em uma margem de valor agregado (MVA) presumida, mas o preço efetivo de venda ao consumidor é menor, o que gera créditos passíveis de restituição.

  1. Não aproveitamento de créditos de PIS/COFINS

Farmácias no Lucro Real têm direito a créditos de PIS e COFINS sobre insumos, mas nem sempre o sistema está configurado corretamente para aproveitar esses valores. Isso gera pagamentos cumulativos e perda de margem.

Quais tributos podem gerar créditos no setor farmacêutico?

A seguir, destacamos os principais tributos que podem ser revistos e recuperados:

ICMS-ST – Substituição Tributária

No modelo de substituição tributária, o ICMS é pago antecipadamente na cadeia de distribuição, com base em uma MVA presumida. Se a farmácia vender o produto por um valor menor do que o presumido, tem direito à restituição da diferença.

Esse direito está respaldado no artigo 150, §7º da Constituição Federal e já foi reconhecido pelo STF. A restituição pode ser feita via compensação administrativa ou judicialmente.

PIS e COFINS

Farmácias no regime de Lucro Real têm direito a crédito de PIS e COFINS não cumulativos, sobre diversos itens considerados insumos:

  • Medicamentos sujeitos à tributação

  • Embalagens

  • Equipamentos utilizados na armazenagem e refrigeração

  • Energia elétrica proporcional à atividade

Muitas empresas deixam de aproveitar esses créditos por erro de classificação ou desconhecimento da legislação.

IRPJ e CSLL

Em alguns casos, pode haver recolhimento indevido de IRPJ e CSLL, seja por base de cálculo incorreta, por não deduzir corretamente as despesas ou por opção indevida por regime tributário menos vantajoso.

Recuperação de créditos tributários: como funciona o processo?

A recuperação de créditos tributários deve ser feita com cuidado, por uma contabilidade especializada, que conheça as especificidades do setor e a legislação vigente.

Veja o passo a passo:

1. Diagnóstico tributário

O primeiro passo é a análise dos últimos 5 anos fiscais, verificando se há recolhimentos indevidos ou oportunidades de créditos não aproveitados.

Nessa fase, a contabilidade analisa:

  • Classificação fiscal dos produtos

  • Recolhimentos de ICMS-ST

  • Registros de PIS/COFINS no SPED Contribuições

  • Apuração de IRPJ e CSLL

  • Folha de pagamento

2. Cálculo dos créditos

Após identificar as oportunidades, são realizados os cálculos dos valores passíveis de restituição, com base na legislação e nos documentos fiscais da empresa.

O crédito precisa estar documentado e justificado. Por isso, é elaborado um laudo técnico ou relatório detalhado, que serve de base para o pedido de restituição ou compensação.

3. Compensação ou restituição

A empresa pode:

  • Compensar os créditos com tributos federais vincendos (via PER/DCOMP);

  • Solicitar restituição em dinheiro (casos específicos, como ICMS-ST);

  • Ingressar com ação judicial, quando a compensação administrativa é contestada ou negada.

Em quanto tempo os valores podem ser recuperados?

O tempo para recuperação dos créditos varia conforme o tipo de tributo e o caminho escolhido (administrativo ou judicial). Em média:

  • Compensação via PER/DCOMP (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL): de 3 a 6 meses

  • ICMS-ST por restituição administrativa: de 6 a 12 meses (a depender do Estado)

  • Judicial (ICMS-ST ou INSS): de 12 a 24 meses

Quanto antes a empresa iniciar o processo, mais rápido poderá usar os valores para reforçar o caixa, investir ou expandir.

Quais os benefícios de recuperar créditos tributários?

A recuperação de tributos pagos indevidamente traz diversos benefícios diretos para farmácias e distribuidoras:

  • Aumento da margem de lucro

  • Recuperação de caixa

  • Correção de falhas contábeis

  • Maior segurança fiscal

  • Possibilidade de investir os valores em estoque, estrutura ou marketing

Além disso, contribui para a competitividade no setor, permitindo a prática de preços mais atrativos com o mesmo nível de rentabilidade.

Five Consultant Contabilidade: sua aliada na recuperação tributária

A Five Consultant Contabilidade é especializada no setor farmacêutico e possui experiência comprovada em recuperação de créditos tributários de forma segura, estratégica e com total respaldo legal.

Nosso time realiza:

  • Revisão tributária completa dos últimos 5 anos

  • Cálculo e laudo técnico dos créditos

  • Gestão do processo de compensação ou restituição

  • Suporte completo com orientação sobre compliance e planejamento fiscal

Se você é dono de farmácia ou distribuidora e desconfia que está pagando mais impostos do que deveria, entre em contato com nossos especialistas e descubra quanto sua empresa pode recuperar.

👉 Fale agora com a Five Consultant Contabilidade e veja como transformar tributos pagos a mais em recursos para crescer com segurança.

CategoriesImposto

Quem vai precisar declarar Imposto de Renda em 2026?

O Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é uma obrigação fiscal anual que precisa ser cumprida por milhões de brasileiros. Além disso, a cada ano, a Receita Federal atualiza critérios e prazos, exigindo atenção redobrada por parte dos contribuintes.

Embora não exista ainda, um cronograma oficial para a declaração de 2026, já é possível saber quem deve se preparar para entregar a declaração. 

Se você deseja evitar problemas com o Fisco, multas e outras dores de cabeça, continue conosco até o final deste artigo.

A Five Consultant Contabilidade preparou este conteúdo completo para esclarecer quem estará obrigado a declarar o Imposto de Renda em 2026 e o que fazer para cumprir essa exigência.

Afinal, o que será declarado em 2026?

Antes de entender quem está obrigado a declarar, é essencial lembrar que a declaração do Imposto de Renda feita em 2026 se refere ao ano-calendário de 2025, ou seja, inclui todos os rendimentos, bens, dívidas, ganhos e outras movimentações ocorridas entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025.

Isso engloba salários, aluguéis recebidos, vendas de bens, investimentos, lucros de empresas, movimentações com criptomoedas, entre outras fontes de renda, inclusive aquelas no exterior.

As principais regras para declarar o IR em 2026

Embora a Receita Federal ainda não tenha publicado a Instrução Normativa oficial com as regras para a declaração de 2026, é muito provável que os critérios sigam o mesmo padrão de anos anteriores. 

A seguir, destacamos as situações mais comuns que tornam a declaração obrigatória:

1. Rendimentos tributáveis acima do limite de isenção

Se você recebeu rendimentos tributáveis acima do limite fixado pela Receita no ano-base 2025, estará obrigado a declarar. Em 2025, esse limite foi de R$ 33.888,00. 

Para 2026, espera-se uma atualização do valor com base na inflação ou outros critérios legais.

Esses rendimentos incluem:

  • Salários

  • Aposentadorias

  • Aluguéis

  • Pró-labore

  • Honorários

  • Pensões

É importante somar todas essas fontes de renda e verificar se o total ultrapassa o limite de isenção definido.

2. Rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil

Mesmo que os rendimentos sejam isentos ou tributados exclusivamente na fonte, como no caso de:

  • Indenizações por rescisão

  • Distribuição de lucros de empresa

  • JCP (juros sobre capital próprio)

  • Rendimentos de poupança

Se a soma ultrapassar R$ 200 mil no ano, a declaração também será obrigatória.

3. Receita bruta de atividade rural superior ao limite

Quem atua com atividade rural (como produtores agrícolas, criadores de animais ou extrativistas) deve ficar atento. Se a receita bruta anual superar R$ 169.440,00, a declaração do IR é obrigatória. 

Mesmo que o valor não seja atingido, quem deseja compensar prejuízos rurais de anos anteriores também deve declarar.

4. Propriedade de bens ou direitos com valor superior a R$ 800 mil

Contribuintes que possuíam, em 31 de dezembro de 2025, bens ou direitos com valor total superior a R$ 800.000,00 precisam apresentar a declaração. Isso inclui:

  • Imóveis

  • Veículos

  • Investimentos

  • Participações societárias

  • Criptomoedas

  • Obras de arte

Mesmo que esses bens não tenham gerado rendimento, a obrigatoriedade da declaração se mantém.

5. Ganho de capital com venda de bens

Se você vendeu imóveis, veículos, ações ou outros bens com lucro (ganho de capital), precisa declarar o IR, mesmo que o imposto tenha sido pago no momento da venda. 

É muito importante declarar esse ganho corretamente para evitar problemas com o Fisco.

Além disso, quem utilizou o benefício de isenção por reinvestimento em outro imóvel residencial (dentro de 180 dias) também precisa informar a operação.

6. Operações na bolsa de valores e outros mercados

Realizar operações em bolsa de valores, mercadorias, futuros ou similares, independentemente do valor movimentado, torna a declaração obrigatória.

Mesmo que tenha havido prejuízo ou isenção, como nas vendas abaixo de R$ 20 mil em ações, ainda assim o contribuinte precisa informar os dados ao Fisco.

7. Rendimentos recebidos no exterior

Quem possui bens, contas, investimentos ou fontes de renda fora do Brasil, mesmo que residindo no país, está obrigado a declarar. Isso inclui:

  • Renda de aluguel de imóveis no exterior

  • Lucros de empresas fora do país

  • Rendimentos de aplicações internacionais

  • Salários recebidos do exterior

A Receita exige que esses valores sejam declarados com base nas regras brasileiras e, se houver imposto a pagar, ele deve ser quitado via carnê-leão.

8. Titularidade de trusts ou contratos no exterior

Aqueles que são beneficiários ou titulares de trusts (instrumentos jurídicos estrangeiros de planejamento patrimonial), holdings ou contratos similares também estão obrigados a declarar, mesmo que os bens estejam em nome de terceiros.

Essa regra é cada vez mais utilizada para cruzamento de dados internacionais e combate à sonegação.

9. Novo residente no Brasil

Se você passou a residir no Brasil em qualquer mês de 2025 e permaneceu no país até 31 de dezembro, deve entregar a declaração em 2026, informando os rendimentos e bens no Brasil e no exterior, conforme o caso.

Prazo para envio e multa por atraso

A expectativa é que o prazo de envio da declaração comece em 15 de março e vá até 29 de maio de 2026, como nos anos anteriores. 

Quem perder esse prazo estará sujeito à multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto devido.

A multa é gerada no momento da entrega fora do prazo, e o contribuinte tem 30 dias para quitar a guia via DARF.

Como se preparar para a declaração de 2026

A melhor forma de garantir tranquilidade e evitar problemas com o Leão é se planejar. Veja algumas dicas importantes:

  • Organize todos os comprovantes de rendimentos e despesas de 2025;

  • Atualize os dados de bens e direitos;

  • Registre transações de compra e venda, principalmente em investimentos;

  • Avalie se você se enquadra nas regras de obrigatoriedade;

  • Utilize os sistemas da Receita (como o app Meu Imposto de Renda) para simular;

  • Considere o apoio de um contador para evitar erros e aproveitar benefícios fiscais.

Conte com o suporte da Five Consultant Contabilidade

Declarar o IR com segurança exige atenção às regras, domínio técnico e planejamento. Pequenos erros ou omissões podem gerar multas, cair na malha fina e até impedir sua restituição.

A equipe da Five Consultant Contabilidade está pronta para ajudar você, seja pessoa física ou empresário, a organizar seus rendimentos, apurar corretamente os impostos e entregar a declaração de forma segura e eficiente.

📞 Precisa de apoio com o Imposto de Renda 2026?

Fale agora com os especialistas da Five Consultant Contabilidade e evite surpresas com o Fisco!

CategoriesContabilidade para Prestadores de Serviços

O que mudou na emissão das notas fiscais de serviços em 2026?

A partir de 2026 todas as empresas prestadoras de serviços no Brasil estão obrigadas a utilizar o Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e)

Essa mudança representa uma virada no modelo de emissão adotado até então, centralizando em um único sistema nacional o processo que antes era controlado individualmente por milhares de municípios.

Se você presta serviços, mas ainda não se adequou ao novo sistema, saiba que é muito importante entender o que mudou, o que fazer agora e quais os cuidados para manter sua empresa em situação regular com o fisco.

Por que o Emissor Nacional se tornou obrigatório?

A obrigatoriedade do uso do Emissor Nacional da NFS-e foi estabelecida para padronizar o processo de emissão de notas fiscais de serviços em todo o país

Antes, cada município adotava seu próprio sistema, com formatos, códigos de serviço e regras distintas, o que gerava confusão, custos adicionais e erros frequentes, principalmente para empresas que atuam em mais de uma cidade.

Com o novo emissor, o objetivo é:

  • Unificar o modelo da NFS-e em todo o território nacional;
  • Centralizar as informações fiscais em um banco de dados nacional;
  • Facilitar a fiscalização e o cruzamento de dados pela Receita Federal e pelos municípios;
  • Simplificar a rotina fiscal das empresas prestadoras de serviços;
  • Aumentar a segurança jurídica e a automação dos processos.

O que é o Emissor Nacional da NFS-e?

O Emissor Nacional da NFS-e é uma plataforma pública, gratuita e padronizada, desenvolvida pelo governo federal para substituir os antigos emissores municipais. 

Por meio dessa plataforma, qualquer empresa prestadora de serviços pode emitir suas notas fiscais em conformidade com o novo modelo nacional.

O emissor está disponível no seguinte endereço: 🔗 www.nfse.gov.br/EmissorNacional

O que mudou na emissão da NFS-e em 2026?

Abaixo, você confere os principais pontos da mudança:

1. Obrigatoriedade para todas as empresas

A partir de janeiro de 2026, todas as empresas prestadoras de serviços devem emitir suas NFS-e exclusivamente pelo modelo nacional.

Isso vale para:

  • MEIs;
  • Microempresas;
  • Empresas do Simples Nacional;
  • Empresas do Lucro Presumido;
  • Empresas do Lucro Real.

2. Fim da fragmentação entre municípios

Com o novo modelo, a emissão de NFS-e deixa de ser responsabilidade exclusiva de cada prefeitura. Isso significa que não é mais necessário acessar diferentes sistemas para emitir notas em cidades distintas.

Agora, todas as notas são emitidas com base em um layout nacional e processadas de forma centralizada, trazendo mais agilidade e consistência para as empresas e para a fiscalização.

3. Novo layout padronizado da NFS-e

O novo modelo traz um layout padronizado, com campos obrigatórios e códigos nacionais de serviços.

Isso elimina divergências de formatação entre cidades e evita problemas como:

  • Descrições vagas de serviços;
  • Falta de padronização nos códigos de atividade;
  • Dificuldade no preenchimento dos campos obrigatórios.

Agora, todos devem utilizar a Tabela Nacional de Serviços, com códigos CNAE e itens de serviço harmonizados.

4. Fiscalização integrada com a Receita Federal

Todas as NFS-e emitidas são automaticamente enviadas ao Ambiente de Dados Nacional, que se integra com a Receita Federal, com as Secretarias Municipais.

Sendo assim, a Receita terá acesso em tempo real a todas as NFS-e emitidas no Brasil, aumentando a fiscalização e dificultando omissões ou fraudes.

5. Cancelamento e substituição centralizados

Outra mudança importante é que o cancelamento de notas fiscais agora também acontece dentro do ambiente nacional. A empresa pode solicitar o cancelamento diretamente no portal, desde que:

  • A nota ainda esteja dentro do prazo legal de cancelamento;
  • A nota não tenha sido utilizada para dedução tributária por nenhuma das partes.

Como emitir NFS-e pelo novo sistema?

Veja o passo a passo para emitir sua nota pelo Emissor Nacional:

1.Acesse o site nfse.gov.br/EmissorNacional

2.Escolha o tipo de login: certificado digital ou conta Gov.br

3.Cadastre os dados da sua empresa, se for o primeiro acesso

4.Clique em “Emitir NFS-e”

5.Preencha os dados do cliente (tomador de serviço):

  • Nome ou razão social
  • CPF ou CNPJ
  • Município

6.Escolha o serviço prestado:

  • Código do serviço (de acordo com a tabela nacional)
  • Descrição
  • Valor
  • Alíquota do ISS (automática ou ajustável)

7.Confirme os dados e clique em “Emitir”

8.Gere o PDF ou envie a nota por e-mail ao cliente

Tudo isso pode ser feito de forma rápida e gratuita, direto pelo navegador.

O que acontece com os sistemas de emissão antigos?

Se sua empresa usava o portal da prefeitura para emitir notas, a partir de 2026 ele pode:

  • Ser desativado e redirecionado para o emissor nacional;
  • Funcionar apenas como consulta, mas não mais para emissão.

O fato é: o único modelo válido de nota fiscal de serviços é o padrão nacional.

Multas e riscos para quem não se adaptar

Emitir notas fora do padrão nacional a partir de 2026 representa grave irregularidade fiscal, com riscos como:

  • Multas municipais e federais por descumprimento de obrigação acessória;
  • Impossibilidade de deduzir despesas com serviços não comprovados;
  • Autuações por omissão de receita;
  • Problemas com fornecedores e clientes que exigem nota válida.

O papel da contabilidade nesse momento de transição

Muitas empresas ainda não entenderam a importância dessa mudança. É por isso que a atuação do contador é essencial para:

  • Orientar sobre a migração correta para o novo emissor;
  • Realizar treinamentos internos com os responsáveis pelo faturamento;
  • Adequar sistemas internos de gestão à nova NFS-e nacional;
  • Conferir alíquotas e códigos de serviço para evitar autuações;
  • Fazer conciliações fiscais e relatórios contábeis com base nos novos dados.

Como a Five Consultant Contabilidade pode ajudar sua empresa?

A Five Consultant Contabilidade está pronta para auxiliar empresas de todos os portes a se adaptarem de forma segura ao novo cenário fiscal da NFS-e em 2026. Nossa equipe oferece:

  • Suporte na implantação do emissor nacional;
  • Orientações práticas para equipes que emitem notas;
  • Integração da NFS-e com sistemas ERP e contábeis;
  • Análise de códigos de serviço e alíquotas do ISS;
  • Consultoria tributária para evitar erros e aproveitar benefícios legais.

📞 Entre em contato agora mesmo com a Five Consultant e garanta que sua empresa emita NFS-e da forma correta, sem riscos ou transtornos!

CategoriesContabilidade Consultiva

Como emitir notas fiscais de serviços no emissor nacional?

A obrigatoriedade da emissão de nota fiscal de serviços por meio do emissor nacional da NFS-e é uma das mudanças mais importantes na rotina dos prestadores de serviço em 2026. 

A partir de agora, todas as empresas e profissionais com CNPJ precisam se adaptar ao novo modelo de emissão, que padroniza e centraliza o processo em nível nacional.

Neste conteúdo preparado pela Five Consultant Contabilidade, você vai entender o que é preciso para emitir sua nota fiscal de forma correta, quem está obrigado a utilizar o sistema e quais cuidados devem ser tomados para evitar inconsistências fiscais.

O que é o emissor nacional de nota fiscal de serviços?

O emissor nacional da NFS-e é um sistema desenvolvido pela Receita Federal em parceria com os municípios brasileiros, com o objetivo de centralizar a emissão de notas fiscais de serviços em uma única plataforma digital.

Antes disso, cada cidade tinha um sistema próprio de emissão, o que gerava grande confusão para empresas que atuavam em diferentes municípios. 

A mudança busca resolver essa fragmentação e tornar o processo mais simples, transparente e seguro.

Com o novo emissor, as notas são registradas em um Ambiente de Dados Nacional, acessado tanto pela Receita Federal quanto pelas prefeituras, o que facilita o cruzamento de dados e a fiscalização.

Por que a emissão passou a ser padronizada?

A criação do emissor nacional faz parte de um movimento de modernização do sistema tributário brasileiro. 

A falta de padronização anterior dificultava o controle fiscal e gerava riscos tanto para os empreendedores quanto para o próprio Fisco.

Entre os principais objetivos da NFS-e Nacional, podemos destacar:

  • Padronização nacional da emissão de notas de serviços;
  • Redução de custos com sistemas municipais distintos;
  • Integração entre os fiscos federal e municipal;
  • Facilidade de fiscalização e cruzamento de dados;
  • Mais segurança e rastreabilidade nas informações fiscais.

Quem está obrigado a usar o emissor nacional?

A obrigatoriedade de utilização do emissor nacional vale para todos os prestadores de serviços com CNPJ, incluindo:

  • MEIs (Microempreendedores Individuais);
  • Empresas do Simples Nacional;
  • Empresas do Lucro Presumido e Lucro Real;
  • Profissionais liberais que atuam como pessoa jurídica.

O sistema, no entanto, é exclusivo para notas de serviços. Empresas que comercializam produtos e mercadorias continuam utilizando a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), emitida em outro ambiente.

Quais são os principais benefícios da NFS-e Nacional?

Além da padronização e simplificação, o novo emissor traz diversas vantagens para quem precisa emitir notas fiscais de serviço. Veja algumas delas:

  • Facilidade para emitir nota mesmo em cidades pequenas, sem precisar depender do sistema municipal;
  • Acesso por meio de login único com certificado digital ou código de acesso;
  • Mais organização e centralização das informações fiscais;
  • Redução de erros de preenchimento e divergências;
  • Facilidade na integração com sistemas de contabilidade.

Quais dados são exigidos na hora de emitir a NFS-e?

Para preencher a nota fiscal de forma correta no novo sistema nacional, você deve ter em mãos as seguintes informações:

  • CNPJ, razão social e endereço da empresa prestadora do serviço;
  • Nome completo e CPF/CNPJ do tomador do serviço;
  • Descrição clara do serviço prestado;
  • Valor total da prestação;
  • Município onde o serviço foi executado;
  • Data de prestação do serviço;

Esses dados precisam estar corretos e atualizados para que a nota seja emitida sem erros e para que o imposto seja recolhido corretamente.

Onde emitir nota fiscal de serviços no novo modelo?

O acesso ao emissor nacional deve ser feito pelo site oficial da NFS-e Nacional:

👉 https://www.nfse.gov.br/EmissorNacional/

Neste portal, o prestador pode realizar o login com certificado digital ou outras formas de autenticação para emitir as notas fiscais.

O sistema também permite que a empresa consulte notas emitidas, edite ou cancele documentos, conforme as regras estabelecidas.

Passo a passo: Como emitir nota fiscal de serviços no emissor nacional

Emitir sua nota no novo sistema não é complicado. A seguir, veja o passo a passo básico:

  1. Acesse o site www.nfse.gov.br/EmissorNacional;
  2. Realize o login com o certificado digital da empresa ou outro meio de acesso autorizado;
  3. No menu, clique em “Nova NFS-e”;
  4. Preencha os dados do tomador do serviço;
  5. Descreva o serviço prestado, incluindo o código do serviço;
  6. Informe o município da prestação e o valor do serviço;
  7. Confira todas as informações com atenção;
  8. Clique em “Emitir” para gerar a nota fiscal.

Após a emissão, você poderá salvar o PDF, enviar por e-mail ou compartilhar com seu cliente.

Como a contabilidade pode ajudar nessa transição?

A Five Consultant Contabilidade tem acompanhado de perto a transição dos clientes para o novo emissor nacional, oferecendo:

  • Orientação completa para adequação ao novo modelo;
  • Parametrização correta dos serviços prestados;
  • Cadastro adequado dos dados no emissor nacional;
  • Suporte na emissão e correção de notas;
  • Integração com sistemas de gestão e escrituração contábil.

Ter um contador especializado ao lado da sua empresa nesse momento é essencial para garantir conformidade fiscal, evitar erros e manter a saúde financeira do negócio.

Dicas para não errar ao emitir sua nota

Antes de concluir, vale destacar algumas dicas importantes para garantir uma emissão sem problemas:

  • Confirme o código de serviço para evitar problemas com o ISS;
  • Verifique se os dados do cliente estão atualizados (nome, CPF/CNPJ, endereço);
  • Descreva os serviços com clareza e evite termos genéricos;
  • Mantenha um controle interno das notas emitidas;
  • Converse com seu contador para entender o impacto da NFS-e no seu regime tributário.

Conclusão

A chegada do emissor nacional de nota fiscal de serviços é uma mudança que veio para ficar. Embora represente uma adaptação no início, a centralização das informações e a padronização dos processos devem facilitar a vida dos empreendedores a médio e longo prazo.

Se você é prestador de serviço, autônomo com CNPJ ou dono de empresa, é essencial entender como emitir sua nota no novo ambiente e contar com uma contabilidade de confiança para te apoiar.

A Five Consultant Contabilidade está pronta para te ajudar a entender, configurar e operar com segurança o novo modelo de emissão.

👉 Entre em contato com a nossa equipe e regularize suas notas fiscais com tranquilidade!