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Como trocar de contador?

Trocar de contador é uma decisão que muitos empresários adiam, mesmo quando já percebem sinais de insatisfação ou falhas na gestão contábil. 

No entanto, manter-se preso a um serviço que não entrega resultados pode custar caro, em impostos pagos a mais, autuações, desorganização financeira e falta de apoio estratégico para o crescimento do negócio. 

Neste artigo, a Five Consultant Contabilidade explica como trocar de contador de forma segura e eficiente, e também mostra os sinais que indicam que talvez já seja hora de fazer essa mudança.

Quando saber que está na hora de trocar de contador

Muitos empreendedores acreditam que a contabilidade serve apenas para emitir guias e entregar obrigações fiscais. 

Porém, o papel do contador moderno vai muito além disso: ele deve atuar como um parceiro estratégico, ajudando o empresário a economizar, planejar e crescer. 

Se o seu escritório atual não está cumprindo essa função, é provável que você precise repensar a parceria.

Alguns sinais claros de que pode ser a hora de trocar de contador incluem:

  • Falta de comunicação: Você precisa insistir para receber retorno, e as dúvidas nunca são respondidas de forma clara.

  • Atrasos nas obrigações fiscais: Guias, declarações ou folhas de pagamento são entregues fora do prazo, gerando multas.

  • Erros recorrentes: Cálculos incorretos de impostos, divergências na folha ou informações incoerentes nas demonstrações contábeis.

  • Ausência de relatórios gerenciais: Você não tem acesso a dados que ajudam na tomada de decisão.

  • Falta de proatividade: O contador apenas cumpre tarefas burocráticas, sem propor soluções para reduzir custos ou melhorar processos.

  • Dificuldade em acompanhar o crescimento: Se a empresa evoluiu e o contador continua usando métodos antigos, sem automação e sem visão estratégica, a parceria pode estar te impedindo de crescer.

Se algum desses pontos soa familiar, é sinal de alerta. Afinal, um contador desatento não é apenas um prestador de serviço ineficiente, ele pode se tornar um risco real para o seu negócio.

Por que muitos empresários têm medo de trocar de contador

Um dos principais motivos pelos quais os empresários hesitam em trocar de contador é o medo de burocracia. Muitos acreditam que o processo é complicado ou que podem ter problemas com a Receita Federal durante a transição.

Na realidade, a troca de contador é um procedimento simples, desde que feito com o devido cuidado. 

Com o apoio de um escritório contábil experiente, toda a migração de dados, documentos e obrigações fiscais é feita de forma segura e sem interrupção nas atividades da empresa.

Outro receio comum é o de “quebrar o vínculo” com alguém de confiança, especialmente quando o contador antigo é um conhecido de longa data. 

Mas é importante entender que lealdade não pode vir antes da eficiência. Uma contabilidade moderna e comprometida com resultados faz toda a diferença na saúde financeira da empresa.

Como trocar de contador com segurança

Agora que você já entendeu que a troca é possível e pode ser benéfica, veja o passo a passo para fazer a transição sem riscos e com total tranquilidade.

1. Verifique as pendências da contabilidade atual

Antes de iniciar a mudança, é importante saber se há obrigações pendentes, como guias em aberto, declarações não enviadas ou divergências em cadastros fiscais. Isso evita que problemas antigos sejam levados para a nova contabilidade. 

Um bom escritório fará essa auditoria inicial e orientará sobre como regularizar o que for necessário.

2. Solicite a documentação da empresa

Todo empresário tem direito a acessar os documentos contábeis da sua empresa. Isso inclui balanços, livros contábeis, folhas de pagamento, relatórios de impostos e procurações eletrônicas.

A contabilidade antiga é obrigada a fornecer esses arquivos à nova empresa contábil, pois eles são essenciais para garantir a continuidade dos registros.

3. Formalize o encerramento do contrato

Envie uma comunicação formal encerrando o contrato com o contador antigo, preferencialmente por escrito e com data definida. 

Isso evita cobranças indevidas e garante que o encerramento seja documentado.

4. Inicie a migração com o novo contador

Com toda a documentação em mãos, o novo escritório dará início à migração. Esse processo inclui a importação dos dados contábeis e fiscais, conferência de cadastros e emissão das próximas guias e declarações.

Se a transição for feita no início de um novo mês, é ainda mais fácil manter a organização e evitar sobreposição de informações.

Quando vale a pena trocar de contabilidade

A troca é recomendada quando você sente que o serviço atual não atende mais às necessidades do seu negócio. Mas, além dos sinais já citados, existem outras situações que indicam a necessidade de mudança:

  • Abertura de filial ou expansão do negócio: Quando a contabilidade atual não tem estrutura para acompanhar o crescimento.

  • Mudança de regime tributário: Se a empresa evoluiu e precisa migrar do Simples para o Lucro Presumido, é preciso encontrar um contador com expertise em Lucro Presumido e Lucro Real.

  • Problemas com o Fisco: Atrasos em declarações, pagamento de impostos em excesso, inconsistências em guias e multas constantes indicam falhas graves.

  • Falta de transparência: Se você não tem acesso às informações contábeis ou não entende o que está sendo cobrado, é hora de mudar.

Um bom contador não apenas cumpre prazos, mas também oferece previsibilidade financeira, orienta sobre economia tributária e ajuda o empresário a tomar decisões baseadas em dados reais.

Na Five Consultant Contabilidade, cada cliente conta com um atendimento personalizado, acompanhamento mensal e relatórios gerenciais que traduzem a contabilidade em resultados práticos.

Conclusão: trocar de contador é um passo para evoluir

Mudar de contador pode parecer um desafio, mas na prática, é um dos passos mais inteligentes que o empresário pode dar quando busca crescimento e segurança fiscal. 

Uma contabilidade atualizada e consultiva faz toda a diferença na gestão do negócio, oferecendo economia, clareza e suporte estratégico.

Se o seu contador atual não entrega essas soluções, talvez o problema não esteja na contabilidade em si, mas em quem a executa. Com o apoio certo, é possível transformar a gestão contábil em uma verdadeira ferramenta de sucesso.

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Converse com a equipe da Five Consultant Contabilidade e descubra como podemos ajudar sua empresa a crescer com eficiência, transparência e economia.

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Pendência fiscal: como consultar e regularizar

É muito comum que empreendedores se deparem com algum tipo de pendência fiscal, seja ela pequenas inconsistências cadastrais ou débitos em aberto junto aos órgãos públicos.

Essas pendências podem afetar o CNPJ, impedir a emissão de certidões negativas e até gerar restrições que dificultam o acesso a crédito e licitações.

Neste artigo da Five Consultant Contabilidade, você vai entender o que é uma pendência fiscal, como consultá-la nos principais órgãos e o passo a passo para regularizar a situação da sua empresa com segurança.

O que é uma pendência fiscal

Uma pendência fiscal é qualquer inconsistência, débito ou irregularidade identificada pelos órgãos fiscalizadores, como Receita Federal, estados ou prefeituras, relacionada ao pagamento de tributos ou ao cumprimento de obrigações acessórias.

Essas pendências podem ocorrer por vários motivos, desde erros simples em declarações até impostos não pagos. Em alguns casos, o empresário sequer percebe o problema, mas ele pode crescer com o tempo e gerar multas e juros.

As principais causas de pendências fiscais são:

  • Falta de envio de declarações obrigatórias, como DCTF, ECD, ECF, DEFIS ou SPED;

  • Atrasos no pagamento de tributos federais, estaduais ou municipais;

  • Divergências entre valores informados nas declarações e os registros da Receita Federal;

  • Débitos previdenciários não quitados;

  • Erros cadastrais no CNPJ;

  • Problemas no cadastro de inscrição estadual ou municipal;

  • Irregularidades no Simples Nacional, como débitos não parcelados.

Mesmo pequenas pendências podem gerar grandes complicações se não forem resolvidas rapidamente, como impedimentos fiscais, restrições no CNPJ e cobranças automáticas via dívida ativa.

Quais são os tipos de pendências fiscais

As pendências fiscais podem ocorrer em três níveis: federal, estadual e municipal. Entender onde está o problema é o primeiro passo para regularizar a situação.

1. Pendências federais

São aquelas relacionadas à Receita Federal ou à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que incluem tributos como:

  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);

  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);

  • PIS e Cofins;

  • INSS e contribuições previdenciárias;

  • Contribuição patronal (DCTFWeb).
    Essas pendências também podem incluir a falta de entrega de declarações e inconsistências nas informações enviadas.

2. Pendências estaduais

Referem-se principalmente ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e às obrigações acessórias vinculadas à Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz).

Empresas do comércio, indústria e transporte são as mais afetadas nesse tipo de pendência.

3. Pendências municipais

São relacionadas a impostos como ISS (Imposto sobre Serviços), taxas de alvará e outras cobranças específicas de prefeituras.

Profissionais liberais, prestadores de serviço e clínicas médicas, por exemplo, precisam estar atentos às obrigações municipais.

Como consultar pendências fiscais

Consultar regularmente a situação fiscal da empresa é uma boa prática para evitar surpresas. A seguir, veja onde e como verificar possíveis pendências nos diferentes órgãos.

1. Receita Federal (pendências federais)

O portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte) é o principal canal para consulta de pendências federais.

Para acessar, basta entrar no site usando o certificado digital. No menu “Situação Fiscal”, é possível visualizar:

  • Débitos tributários federais;

  • Pendências de declarações;

  • Informações sobre o CNPJ e regime tributário;

  • Autos de infração e notificações pendentes.

Se houver irregularidades, o sistema indicará quais obrigações precisam ser regularizadas e se há débitos em cobrança.

2. Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (dívida ativa da União)

Débitos não quitados junto à Receita Federal podem ser inscritos em dívida ativa e migrar para o sistema da PGFN.

A consulta é feita em https://www.regularize.pgfn.gov.br, onde o contribuinte pode emitir guias de pagamento, solicitar parcelamentos ou verificar a situação de débitos inscritos.

3. Secretaria da Fazenda Estadual (pendências de ICMS)

Cada estado possui seu próprio sistema de consulta. Em São Paulo, por exemplo, a verificação é feita pelo Posto Fiscal Eletrônico (PFE).

Basta informar o CNPJ para acessar as informações sobre débitos, autos de infração e obrigações acessórias em aberto.

4. Prefeitura Municipal (pendências de ISS e taxas)

As pendências municipais podem ser consultadas no site da prefeitura onde a empresa está estabelecida.

Geralmente, há um campo chamado “Consulta de Débitos” ou “Emissão de Certidão Negativa Municipal”, onde é possível identificar eventuais pendências de ISS, TFE, alvará ou outras taxas.

5. Certidões negativas

Outra forma prática de verificar pendências é solicitar as Certidões Negativas de Débito (CNDs).

Se a certidão não for emitida, é sinal de que há irregularidades. As principais são:

  • CND Federal: Emitida pela Receita Federal e PGFN;

  • CND Estadual: Emitida pela Sefaz do estado;

  • CND Municipal: Emitida pela prefeitura.

Manter todas essas certidões atualizadas é fundamental para comprovar a regularidade fiscal da empresa, principalmente em processos de licitação, financiamentos e contratos com grandes clientes.

Como regularizar pendências fiscais

Depois de identificar as pendências, é hora de agir para corrigir os problemas. O processo de regularização pode variar conforme o tipo de pendência, mas, em geral, envolve os seguintes passos:

1. Regularize as declarações pendentes

Se o problema for a falta de envio de obrigações acessórias, como ECD, ECF, DCTF ou DEFIS, é necessário transmiti-las imediatamente.

O atraso pode gerar multa automática, mas evita a inscrição da pendência em dívida ativa.

2. Quite ou parcele os débitos em aberto

Os débitos tributários podem ser pagos à vista ou parcelados. A Receita Federal e a PGFN permitem parcelamentos online, acessíveis pelo e-CAC ou pelo portal Regularize.

Existem diferentes modalidades, como o parcelamento ordinário (em até 60 vezes) e programas de transação tributária, que oferecem descontos em juros e multas para quem regulariza débitos antigos.

3. Corrija inconsistências de cadastro

Se a pendência for cadastral (como CNAE incorreto, endereço desatualizado ou inscrição estadual suspensa), é necessário atualizar as informações junto à Receita Federal, Junta Comercial e demais órgãos vinculados.

4. Regularize débitos estaduais e municipais

Cada estado e município possui regras próprias para parcelamento e quitação de débitos.

Em muitos casos, é possível emitir as guias diretamente nos portais das Secretarias da Fazenda ou prefeituras, sem necessidade de atendimento presencial.

5. Acompanhe o status das regularizações

Após o pagamento ou correção, verifique se as informações foram atualizadas nos sistemas oficiais.

O ideal é aguardar alguns dias e solicitar novamente as certidões negativas para garantir que o CNPJ está totalmente regularizado.

Conclusão

A pendência fiscal é um problema comum, mas que pode ser resolvido com organização e o apoio de uma contabilidade especializada.

Consultar regularmente a situação da empresa, manter os pagamentos em dia e contar com uma gestão fiscal automatizada são medidas que garantem tranquilidade e segurança para o negócio.

A Five Consultant Contabilidade está pronta para ajudar sua empresa a consultar, regularizar e prevenir pendências fiscais, com soluções completas em gestão tributária, planejamento e compliance fiscal.

Entre em contato e descubra como manter o seu CNPJ totalmente em dia com o Fisco e preparado para crescer de forma sustentável.

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TFF (Taxa de Fiscalização e Funcionamento): como funciona e quem precisa pagar?

Empresas de todos os portes precisam lidar com diversas obrigações fiscais e tributárias, e uma delas é a TFF — Taxa de Fiscalização e Funcionamento

Embora muitas vezes esquecida pelos empreendedores, essa taxa é essencial para manter o funcionamento regular da empresa perante a prefeitura e evitar problemas como multas, juros e até o fechamento do estabelecimento.

Neste artigo, a Five Consultant Contabilidade explica o que é a TFF, quem precisa pagar, como é calculada e o que acontece se a empresa deixar de cumprir essa obrigação.

O que é a TFF?

A Taxa de Fiscalização e Funcionamento (TFF) é um tributo municipal cobrado pelas prefeituras brasileiras de empresas, profissionais autônomos e demais estabelecimentos que exercem atividades comerciais, industriais ou de prestação de serviços.

O objetivo da taxa é financiar as atividades de fiscalização realizadas pelo município, garantindo que os estabelecimentos funcionem de acordo com as normas sanitárias, ambientais, de segurança e de posturas municipais.

Em outras palavras, a TFF é uma forma de autorizar e monitorar o funcionamento dos negócios dentro dos limites da cidade. Sem o pagamento dessa taxa, o estabelecimento pode ser considerado irregular, mesmo que tenha um CNPJ ativo.

Qual é a base legal da TFF?

A TFF está prevista no Código Tributário Nacional (CTN), que autoriza os municípios a instituir taxas pela utilização de serviços públicos ou pelo exercício do poder de polícia — que é justamente o caso da fiscalização de atividades comerciais.

Cada município possui uma lei própria que regulamenta a cobrança, o cálculo e os prazos de pagamento. Por isso, os valores e regras da TFF variam de cidade para cidade.

Por isso, é fundamental consultar a prefeitura local para saber exatamente como a taxa é aplicada.

Quem precisa pagar a TFF?

De forma geral, a TFF deve ser paga por todas as pessoas jurídicas e autônomos que mantenham um local físico destinado ao exercício de atividade econômica. Isso inclui:

  • Comércios e lojas físicas; 
  • Indústrias e fábricas; 
  • Prestadores de serviços (como clínicas, escritórios e consultórios); 
  • Profissionais autônomos com ponto comercial; 
  • Empresas com sede administrativa ou filial ativa.

Mesmo que a empresa não esteja em funcionamento, a TFF pode ser cobrada se o CNPJ e o alvará ainda estiverem ativos junto à prefeitura.

Quando e como a TFF deve ser paga?

O pagamento da TFF é feito anualmente, e o vencimento costuma ocorrer no primeiro trimestre de cada ano, embora o prazo exato varie conforme o município.

O valor é calculado com base em critérios definidos pela prefeitura, que podem incluir:

  • Tamanho do imóvel (área do estabelecimento); 
  • Número de funcionários; 
  • Ramo de atividade (baixo, médio ou alto risco); 
  • Localização da empresa; 
  • Capacidade de atendimento ou produção.

O pagamento pode ser feito:

  • À vista, com desconto; 
  • Parcelado, conforme regras locais.

O que acontece se a TFF não for paga?

Deixar de pagar a TFF pode gerar uma série de consequências legais e financeiras para a empresa. Entre elas:

  • Multas e juros de mora pelo atraso no pagamento; 
  • Inscrição do débito na dívida ativa municipal; 
  • Impedimento de renovar o alvará de funcionamento; 
  • Bloqueio de atividades comerciais; 
  • Impossibilidade de participar de licitações ou contratos públicos.

Além disso, o não pagamento da TFF pode causar problemas em outras esferas. Por exemplo, empresas que pretendem obter certidões negativas ou participar de licitações públicas podem ter o pedido indeferido por estarem em débito com o município.

Por isso, é essencial manter a contabilidade em dia e um controle anual das obrigações municipais.

A diferença entre TFF e Alvará de Funcionamento

Muitos empresários confundem a TFF (Taxa de Fiscalização e Funcionamento) com outros tributos municipais, mas cada um tem uma função específica:

  • TFF: Taxa cobrada anualmente pela fiscalização e funcionamento do estabelecimento; 
  • Alvará de Funcionamento: Documento emitido pela prefeitura que autoriza a empresa a exercer suas atividades no endereço cadastrado; 
  • Licença Sanitária ou Ambiental: Autorizações complementares necessárias em alguns segmentos (como saúde, alimentação e indústria).

Em resumo, pagar a TFF não substitui a necessidade do alvará. Ambos são obrigatórios e precisam ser mantidos válidos para que a empresa opere legalmente.

Como reduzir riscos e manter a regularidade

A melhor forma de evitar problemas com a TFF é ter uma gestão contábil e fiscal eficiente

Na prática, isso inclui manter os dados cadastrais atualizados na prefeitura, pagar as taxas dentro do prazo e contar com o apoio de uma contabilidade especializada.

A Five Consultant Contabilidade orienta seus clientes a adotar boas práticas como:

  • Verificar anualmente a emissão da TFF e do alvará; 
  • Conferir se há isenção ou redução prevista em lei municipal; 
  • Evitar deixar o CNPJ ativo se a empresa estiver inativa; 
  • Realizar a baixa correta junto à prefeitura ao encerrar as atividades.

Com essas medidas, é possível evitar multas, pendências fiscais e bloqueios que impactam diretamente o funcionamento do negócio.

A importância da contabilidade no controle de tributos municipais

Empresas muitas vezes focam apenas em impostos federais e estaduais, como IRPJ, PIS/COFINS e ICMS, mas as taxas municipais também merecem atenção, pois fazem parte do conjunto de obrigações legais da empresa.

Uma contabilidade eficiente garante:

  • Cumprimento de obrigações acessórias; 
  • Emissão e arquivamento de documentos fiscais; 
  • Atualização constante sobre mudanças na legislação municipal; 
  • Organização das certidões exigidas em auditorias e fiscalizações.

Com o suporte da Five Consultant Contabilidade, o empreendedor ganha tranquilidade para focar no crescimento do negócio, sabendo que sua empresa está em conformidade com todas as exigências legais.

Conclusão

A TFF (Taxa de Fiscalização e Funcionamento) é uma obrigação municipal essencial para o funcionamento regular de qualquer empresa. Ela garante que o estabelecimento esteja em conformidade com as normas locais e contribui para a manutenção da fiscalização urbana.

Apesar de parecer apenas mais uma taxa, ignorar seu pagamento pode gerar sérios transtornos, como multas, bloqueios e até a suspensão das atividades.

Por isso, manter o controle da TFF e contar com o apoio de uma contabilidade especializada, como a Five Consultant Contabilidade, é fundamental para evitar problemas e manter o negócio funcionando de forma segura e regular.

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CMV: o que é, por que é importante e como calcular de forma simples

Todo empreendedor que vende produtos, seja em uma loja física, e-commerce, mercado ou até em uma pequena revenda, precisa saber quanto realmente ganha em cada venda. E para descobrir isso, um dos indicadores mais importantes é o CMV (Custo das Mercadorias Vendidas).

Saber o valor do CMV é fundamental para entender quanto custa manter o negócio funcionando e se as vendas estão realmente dando lucro. 

Neste artigo, a Five Consultant Contabilidade explica o que é o CMV, como ele é calculado e por que ele é essencial para uma boa gestão financeira.

O que é CMV?

O CMV representa o custo de todas as mercadorias que a empresa vendeu em um determinado período.

Em outras palavras, ele mostra quanto você gastou para comprar os produtos que foram vendidos, e não apenas quanto foi gasto com estoque total.

Por exemplo: imagine que sua loja comprou 200 camisetas, mas vendeu apenas 150. O CMV vai considerar somente o custo das 150 camisetas vendidas, não das 200 compradas.

Isso é importante porque o CMV reflete o gasto real envolvido nas vendas e ajuda a entender se os preços praticados estão cobrindo os custos e gerando lucro.

Para que serve o CMV?

Calcular o CMV não é apenas uma obrigação contábil — é uma ferramenta de gestão poderosa. Veja por que ele é tão importante:

  • Ajuda a formar o preço de venda: Conhecendo o custo de cada produto, você define preços que realmente tragam lucro. 
  • Mostra a margem de lucro real: Sem o CMV, é impossível saber quanto sobra de cada venda após tirar o custo do produto. 
  • Facilita o controle de estoque: Você identifica quanto sai do estoque e quanto fica parado. 
  • Apoia decisões estratégicas: O CMV mostra se é hora de negociar melhor com fornecedores, revisar preços ou mudar produtos.

Em resumo, quem entende o CMV conhece o verdadeiro desempenho financeiro do negócio.

Como calcular o CMV

O cálculo do CMV é simples e pode ser feito por qualquer empreendedor. A fórmula mais prática é a seguinte:

👉 CMV = Estoque Inicial + Compras – Estoque Final

Vamos entender o que significa cada parte:

  • Estoque Inicial: É o valor do estoque que você já tinha no começo do período (por exemplo, no início do mês). 
  • Compras: É o total gasto com novas mercadorias adquiridas durante o período. 
  • Estoque Final: É o valor do estoque que restou no final do período.

Substituindo os números, você encontra o custo das mercadorias que realmente foram vendidas.

Exemplo prático: Imagine que uma loja começou o mês com R$ 10.000 em produtos no estoque. Durante o mês, comprou mais R$ 15.000 em mercadorias. No fim do mês, ainda tinha R$ 8.000 em produtos no estoque.

Aplicando a fórmula: CMV = 10.000 + 15.000 – 8.000 = R$ 17.000

Isso significa que o custo das mercadorias vendidas foi de R$ 17.000.

Se a loja faturou R$ 30.000 em vendas no mesmo período, a margem bruta foi de: 30.000 – 17.000 = R$ 13.000 de lucro bruto.

Ou seja, com o CMV, é possível descobrir quanto realmente sobrou de cada venda antes de pagar despesas operacionais, impostos e outras contas.

O que entra no CMV

O CMV inclui todos os custos diretamente relacionados à compra ou produção das mercadorias vendidas. Entre eles:

  • Valor pago ao fornecedor; 
  • Frete de compra (para trazer o produto até o estoque); 
  • Taxas de importação (se houver); 
  • Impostos sobre compras (como ICMS-ST).

Não entram no CMV:

  • Despesas administrativas; 
  • Comissões de venda; 
  • Frete de entrega ao cliente; 
  • Custos com marketing; 
  • Contas de luz, água, aluguel etc.

Essas despesas são consideradas custos operacionais, e não fazem parte do cálculo do CMV.

CMV e precificação: como usar o indicador a seu favor

Saber o CMV é essencial para definir preços de venda com segurança.

Se você não conhece o custo exato de cada produto, corre o risco de vender por um valor que parece lucrativo, mas que, na prática, mal cobre o custo.

Veja um exemplo simples:

Você compra um produto por R$ 50,00 e vende por R$ 80,00. Parece um bom negócio, certo? Mas se você incluir o frete, embalagens e taxas de cartão, o custo real pode ser R$ 60.

Nesse caso, o lucro bruto é R$ 20,00 ou 25% de margem, e não 60%, como parecia inicialmente.

Ao acompanhar o CMV e calcular a margem corretamente, você evita erros de precificação e garante que suas vendas sejam realmente rentáveis.

Erros comuns no cálculo do CMV

Mesmo sendo simples, o cálculo do CMV exige atenção. Veja os erros mais frequentes:

  • Não atualizar o estoque: Sem inventário, o valor do estoque final fica incorreto e o resultado é distorcido. 
  • Confundir custo com despesa: Colocar fretes de entrega ou comissões de vendas dentro do CMV gera números irreais. 
  • Misturar estoque antigo com novo: Se os produtos têm preços diferentes de compra, o custo médio precisa ser atualizado. 
  • Não considerar devoluções: Devoluções de clientes ou fornecedores precisam ser ajustadas nas compras ou nas vendas.

Evitar esses erros garante que o CMV reflita a realidade da empresa e permita decisões mais acertadas.

Como uma contabilidade pode ajudar

Calcular o CMV corretamente é mais fácil quando você tem o suporte de uma contabilidade consultiva, que entende o funcionamento do seu negócio e te ajuda a transformar números em informações estratégicas.

A Five Consultant Contabilidade pode te auxiliar em:

  • Apuração mensal do CMV e da margem bruta; 
  • Organização do estoque e das compras; 
  • Precificação e controle de rentabilidade; 
  • Planejamento tributário alinhado ao regime mais vantajoso. 

Com esse acompanhamento, o empreendedor tem uma visão clara dos resultados e pode tomar decisões com base em dados, não em suposições.

Conclusão

O CMV (Custo das Mercadorias Vendidas) é um indicador essencial para quem quer entender a rentabilidade real do negócio. 

Ele mostra quanto foi gasto para gerar as vendas e serve de base para calcular a margem de lucro, planejar compras, precificar produtos e até ajustar estratégias tributárias.

👉 Quer entender como aplicar o CMV e outros indicadores na gestão do seu negócio? 

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Como incluir novas atividades (CNAE) no CNPJ da empresa

Saber como incluir novas atividades (CNAE) no CNPJ da empresa é fundamental para evitar problemas fiscais e garantir que a empresa possa atuar legalmente em novas áreas de negócio.

Neste artigo, vamos explicar o que é o CNAE, em quais situações é preciso alterá-lo, quais são os documentos necessários e o passo a passo para fazer a inclusão de novas atividades no CNPJ.

O que é o CNAE e por que ele é importante

O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) é o código que identifica as atividades exercidas por uma empresa perante os órgãos fiscais e de registro, como Receita Federal, Prefeitura e Secretaria da Fazenda Estadual. 

Cada código CNAE descreve um tipo específico de atividade econômica, como comércio varejista, prestação de serviços ou indústria.

Manter o CNAE correto no CNPJ é essencial para:

  • Definir o regime tributário adequado (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).

  • Determinar quais impostos e obrigações fiscais a empresa deve cumprir.

  • Evitar autuações e multas por exercer atividades não registradas.

Quando a empresa decide expandir seus serviços ou produtos, é obrigatório atualizar o cadastro e incluir as novas atividades (CNAEs) no CNPJ para atuar de forma legal.

Quando é necessário incluir um novo CNAE

A inclusão de um novo CNAE é necessária em várias situações:

  • Ampliação de serviços ou produtos: Por exemplo, uma empresa de marketing que passa a oferecer também serviços de design gráfico ou consultoria de TI.

  • Mudança de modelo de negócio: Como um restaurante que decide abrir um serviço de delivery ou um e-commerce que passa a vender em lojas físicas.

  • Diversificação de receitas: Quando a empresa amplia a atuação para outros segmentos para aumentar a lucratividade.

Em todos esses casos, é importante atualizar o CNPJ para que as novas atividades estejam formalmente registradas.

CNAE principal e CNAE secundário

Toda empresa possui um CNAE principal, que representa sua atividade econômica predominante, e pode ter diversos CNAEs secundários, que identificam atividades adicionais.

  • O CNAE principal deve sempre refletir a atividade que gera a maior parte da receita.

  • Os CNAEs secundários são usados para atividades complementares, mesmo que gerem receita menor.

Ao incluir novas atividades, é possível adicionar vários CNAEs secundários, desde que eles estejam de acordo com a legislação e não entrem em conflito com a atividade principal.

Passo a passo para incluir novas atividades (CNAE) no CNPJ da empresa

A inclusão de novas atividades no CNPJ exige uma atualização cadastral junto aos órgãos de registro. Veja como incluir novas atividades (CNAE) no CNPJ da empresa:

1. Consulte um contador especializado

O primeiro passo é buscar a orientação de um contador, que fará uma análise do negócio para definir quais códigos CNAE correspondem às novas atividades. 

Essa escolha deve ser feita com cuidado, pois cada CNAE possui regras tributárias específicas que podem impactar a carga de impostos.

O contador também avalia se a nova atividade é compatível com o regime tributário atual. Em alguns casos, a inclusão de determinados CNAEs pode exigir a migração de regime, especialmente no Simples Nacional.

2. Verifique o zoneamento municipal

Antes de formalizar a inclusão, é necessário conferir se a nova atividade é permitida no endereço registrado da empresa. 

Algumas atividades exigem licenciamento específico ou podem não ser permitidas em zonas estritamente residenciais. Essa verificação é feita na prefeitura por meio da consulta prévia de viabilidade.

3. Acesse a Junta Comercial e o Coletor Nacional

O processo de alteração do CNPJ começa na Junta Comercial do estado, por meio do Coletor Nacional, sistema da Receita Federal utilizado para atualizar dados cadastrais de empresas.

Será preciso informar:

  • Dados da empresa (razão social, CNPJ e endereço).

  • CNAE principal e os novos CNAEs secundários que serão incluídos.

  • Alterações no contrato social, se necessário.

4. Alteração do contrato social

Se a empresa for registrada como Sociedade Limitada (LTDA) ou Sociedade Unipessoal Limitada, será necessário fazer uma alteração no contrato social para incluir as novas atividades.

Esse documento deve especificar claramente as novas atividades econômicas e ser registrado na Junta Comercial. 

Para empresários MEIs, o procedimento é mais simples e não exige contrato social formal.

5. Atualização na Receita Federal

Após o registro da alteração na Junta Comercial, o próximo passo é atualizar o CNPJ na Receita Federal

O próprio Coletor Nacional envia as informações para a Receita, que emite um Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral com os novos CNAEs.

6. Atualização em órgãos municipais e estaduais

Dependendo do tipo de atividade incluída, pode ser necessário atualizar a inscrição municipal (para atividades de prestação de serviços) ou a inscrição estadual (para atividades de comércio ou indústria).

  • Para atividades sujeitas a ISS, a prefeitura deve ser informada da mudança.

  • Para atividades sujeitas a ICMS, é preciso comunicar a Secretaria da Fazenda do estado.

7. Adequação de licenças e alvarás

Algumas atividades exigem licenças específicas, como da Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros ou órgãos ambientais

Se a nova atividade exigir esses documentos, eles devem ser solicitados ou atualizados antes de iniciar a operação.

Vantagens de manter o CNPJ sempre atualizado

Manter o CNPJ com os CNAEs corretos garante:

  • Segurança jurídica para operar em todas as atividades da empresa.

  • Acesso a incentivos fiscais e linhas de crédito adequadas para cada segmento.

  • Credibilidade no mercado, transmitindo confiança para clientes e parceiros.

Além disso, um CNPJ atualizado evita problemas em fiscalizações e garante que a empresa esteja apta a emitir notas fiscais para todos os serviços ou produtos oferecidos.

Conclusão

Saber como incluir novas atividades (CNAE) no CNPJ da empresa é essencial para empreendedores que desejam diversificar seus serviços ou produtos e crescer de forma legal e segura. 

O processo envolve a escolha correta dos códigos CNAE com o auxílio de um contador, a consulta prévia de viabilidade na prefeitura, a alteração do contrato social, o registro na Junta Comercial e a atualização na Receita Federal.

Com o acompanhamento de um contador especializado, a empresa garante que a alteração seja feita de forma rápida, evita problemas com a fiscalização e se mantém em conformidade com as regras tributárias. 

Essa é a maneira mais segura de expandir os negócios, aproveitar novas oportunidades e garantir a regularidade fiscal em todas as frentes de atuação.

Para saber mais e obter orientação especializada, entre em contato com o time da Five Consultant Contabilidade.

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Como regularizar um CNPJ inapto

Um CNPJ inapto é mais do que um simples problema cadastral: trata-se de uma situação que pode paralisar as operações da empresa, impedir a emissão de notas fiscais, bloquear o acesso a linhas de crédito e gerar insegurança jurídica para sócios e parceiros comerciais.

Por isso, compreender como regularizar um CNPJ inapto é essencial para qualquer empresário que deseja manter seu negócio em dia com o fisco e evitar prejuízos financeiros.

Neste artigo preparado pela Five Consultant Contabilidade, você vai entender o que significa ter um CNPJ inapto, quais são as principais causas, os impactos para a empresa e o passo a passo completo para regularizar a situação junto à Receita Federal.

O que significa um CNPJ inapto

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) é o registro oficial que identifica uma empresa perante a Receita Federal.

Quando o status desse cadastro é alterado para “inapto”, significa que a empresa deixou de cumprir obrigações legais ou fiscais e, por isso, foi penalizada.

Segundo a Receita Federal, o CNPJ pode ser declarado inapto em situações como:

  • Omissão de declarações obrigatórias (como DCTF, SPED, EFD-Contribuições, entre outras) por dois exercícios consecutivos.

  • Irregularidades cadastrais, como divergências de endereço, alterações não comunicadas ou informações inconsistentes.

  • Fraudes ou indícios de atividades ilícitas, incluindo uso indevido do cadastro.

Quando isso ocorre, a empresa fica impedida de exercer diversas atividades legais e pode sofrer penalidades severas.

Principais consequências de ter um CNPJ inapto

Manter um CNPJ nessa condição traz riscos significativos para o negócio. Entre os principais:

  • Impossibilidade de emitir notas fiscais, o que inviabiliza vendas e contratos formais.

  • Bloqueio de acesso a crédito bancário e linhas de financiamento.

  • Restrição para participar de licitações públicas e firmar parcerias comerciais.

  • Responsabilização dos sócios, que podem ter seu CPF vinculado às dívidas tributárias.

  • Multas e juros acumulados, que elevam os custos de regularização.

Essas consequências demonstram que a inaptidão não é apenas um detalhe burocrático, mas um obstáculo real à continuidade das atividades da empresa.

Causas mais comuns de inaptidão do CNPJ

Para entender como regularizar um CNPJ inapto, é preciso identificar o que levou à penalidade. As causas mais frequentes são:

Omissão de obrigações acessórias

A Receita Federal considera o CNPJ inapto quando a empresa deixa de apresentar declarações obrigatórias por dois anos consecutivos, como:

  • DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais);

  • ECF (Escrituração Contábil Fiscal);

  • EFD-Contribuições;

  • GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social).

Dados cadastrais desatualizados

Mudança de endereço, alteração de sócios ou de atividade econômica (CNAE) não comunicada à Receita pode levar à inconsistência cadastral e, posteriormente, à inaptidão.

Suspensão por fraude ou irregularidades graves

Em casos de fraude, simulação de atividade ou indícios de crime fiscal, a Receita pode suspender o CNPJ imediatamente, exigindo uma análise mais profunda para a reativação.

Passo a passo para regularizar um CNPJ inapto

Regularizar o CNPJ exige um processo bem estruturado, que pode variar conforme a causa da inaptidão. Veja o passo a passo geral:

1.Entenda o motivo da inaptidão

Com o apoio e a orientação de um contador, verifique o que motivou a alteração no status do CNPJ da empresa para inapto.

O contador possui acesso a sistemas da Receita Federal, onde é possível obter esse tipo de informação.

2.Regularize as pendências

Se a inaptidão foi causada por omissão de declarações, é necessário entregar todas as obrigações acessórias em atraso, como DCTF, ECF, GFIP e demais documentos exigidos.

  • Prepare-se para pagar multas por atraso, que variam conforme o tipo de declaração e o tempo de inadimplência.

  • Em alguns casos, é possível negociar o parcelamento dessas multas.

 3.Atualize os dados cadastrais da empresa

Caso o problema seja informação desatualizada, é preciso fazer a alteração cadastral na Junta Comercial, anexando documentos comprobatórios (contrato social, comprovante de endereço, etc.).

4.Aguarde a reativação do CNPJ

Com todas as pendências resolvidas, a Receita Federal irá alterar automaticamente o status do CNPJ para “Ativo”.

No entanto, caso a alteração em questão, não aconteça de forma automática, o contador precisará abrir um processo interno para análise dos fiscais da RFB.

Como evitar que o CNPJ fique inapto novamente

Regularizar o CNPJ é apenas o primeiro passo. Para evitar que o problema volte a ocorrer:

  • Mantenha a contabilidade em dia, com entrega pontual de todas as obrigações acessórias.

  • Atualize imediatamente qualquer alteração societária, de endereço ou de atividade.

  • Invista em tecnologia para controle de prazos e emissão de declarações.

  • Conte com uma contabilidade de confiança, que monitore as obrigações e antecipe prazos.

Empresas que adotam uma rotina de acompanhamento contínuo reduzem drasticamente o risco de nova inaptidão.

O papel da Five Consultant Contabilidade

Regularizar um CNPJ inapto pode parecer simples, mas exige conhecimento técnico e atenção aos detalhes. Um erro no envio de declarações ou no preenchimento de dados pode atrasar ainda mais a reativação.

A Five Consultant Contabilidade oferece assessoria completa para empresas que precisam reativar o CNPJ, cuidando de:

  • Levantamento de pendências fiscais e cadastrais.

  • Entrega de declarações em atraso.

  • Atualização de dados na Receita Federal.

  • Protocolo e acompanhamento do pedido de reativação.

Com uma equipe experiente e processos digitais, garantimos uma regularização rápida e segura, permitindo que sua empresa volte a operar sem riscos de autuações ou novas penalidades.

Conclusão: agir rápido é essencial

Um CNPJ inapto impede a empresa de emitir notas fiscais, bloqueia crédito e pode trazer sérios prejuízos financeiros e de imagem.

Por isso, regularizar rapidamente é fundamental para evitar a paralisação das atividades e a perda de oportunidades de negócio.

Com o apoio da Five Consultant Contabilidade, você conta com profissionais especializados para diagnosticar as pendências, negociar multas e garantir a reativação do seu CNPJ com eficiência e segurança.

Não espere que a situação se agrave: entre em contato com a Five Consultant Contabilidade e recupere a regularidade da sua empresa com tranquilidade e agilidade.

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Vale a pena terceirizar a contabilidade da empresa?

Vale a pena terceirizar a contabilidade da empresa? A contabilidade é um dos pilares de qualquer negócio. Ela garante que a empresa cumpra suas obrigações legais, mantenha a saúde financeira e tenha informações estratégicas para tomar decisões.

Essa é uma dúvida comum, principalmente em tempos de transformação digital, em que os processos contábeis se tornaram mais complexos e, ao mesmo tempo, mais automatizados.

Neste artigo, a Five Consultant Contabilidade explica em detalhes os benefícios, desafios e pontos de atenção ao optar pela terceirização contábil. Ao final, você terá uma visão clara para decidir se essa é a melhor alternativa para o seu negócio.

O que significa terceirizar a contabilidade

Terceirizar a contabilidade é contratar um escritório ou empresa especializada para cuidar de todas as rotinas contábeis, fiscais e, em muitos casos, financeiras da sua empresa. Isso inclui:

  • Escrituração contábil e fiscal.

  • Emissão e conferência de notas fiscais.

  • Elaboração de demonstrações financeiras e relatórios de resultados.

  • Apuração e recolhimento de impostos.

  • Obrigações acessórias junto aos órgãos de fiscalização.

  • Planejamento tributário e orientações estratégicas.

Ao delegar essas atividades, o empresário deixa de ter uma equipe interna dedicada exclusivamente à contabilidade e passa a contar com o apoio de profissionais especializados.

Por que a terceirização contábil tem ganhado espaço

Nos últimos anos, a complexidade tributária do Brasil aumentou consideravelmente. São inúmeras obrigações acessórias, mudanças constantes na legislação e exigências de tecnologia, como a emissão de notas fiscais eletrônicas e o cumprimento de obrigações digitais (SPED, eSocial, EFD-Reinf).

Para muitas empresas, manter um departamento contábil interno capaz de lidar com tudo isso significa altos custos com pessoal, treinamentos e tecnologia.

Ao mesmo tempo, os escritórios de contabilidade se modernizaram. Hoje, oferecem sistemas integrados, atendimento remoto e relatórios em tempo real, permitindo ao empresário ter acesso às informações com agilidade e segurança. Esse cenário faz com que a terceirização seja não apenas viável, mas também estratégica.

Principais benefícios de terceirizar a contabilidade

A decisão de terceirizar traz uma série de vantagens que vão além da economia. Entre as mais importantes:

Redução de custos operacionais

Manter um departamento contábil interno exige salários, encargos trabalhistas, treinamentos e aquisição de softwares.

Ao terceirizar, todos esses custos são diluídos em um contrato mensal, que costuma ser significativamente menor do que a folha de pagamento de uma equipe própria.

Acesso a especialistas

Escritórios contábeis lidam diariamente com diferentes segmentos de mercado e têm conhecimento atualizado sobre legislação e boas práticas.

Na prática, isso garante que a empresa esteja sempre em conformidade, evitando autuações e multas.

Uso de tecnologia de ponta

Empresas de contabilidade investem em softwares modernos de gestão, automação e inteligência de dados.

Assim, o cliente tem acesso a relatórios, dashboards e indicadores financeiros sem precisar investir diretamente em tecnologia.

Cuidados e desafios da terceirização contábil

Apesar dos benefícios, terceirizar a contabilidade exige atenção para evitar problemas.

Escolha criteriosa do parceiro: É fundamental pesquisar a reputação, verificar se a empresa possui registro no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) e buscar referências de outros clientes.

Alinhamento de expectativas: Antes de assinar contrato, é essencial definir claramente as responsabilidades: quais serviços estão incluídos, quais relatórios serão entregues, prazos de entrega e como será o suporte em caso de dúvidas ou fiscalizações.

Segurança da informação: A contabilidade lida com dados financeiros sensíveis. Verifique se o parceiro utiliza protocolos de segurança, backup em nuvem e controle de acessos, garantindo a proteção das informações.

Comunicação constante: Mesmo terceirizando, o empresário precisa manter uma boa comunicação com o escritório contábil, enviando documentos em dia e informando mudanças importantes na operação. A relação é de parceria, e não de total desligamento.

Quando terceirizar é a melhor opção

Embora a terceirização seja vantajosa para a maioria dos negócios, ela é especialmente indicada em alguns cenários:

  • Empresas em crescimento que precisam escalar rapidamente sem aumentar custos fixos.

  • Negócios de pequeno e médio porte que não justificam a contratação de uma equipe interna completa.

  • Empresas com estrutura complexa, que demandam planejamento tributário sofisticado e acompanhamento próximo da legislação.

Em todos esses casos, terceirizar significa ganhar eficiência e reduzir riscos, enquanto se mantém o foco no que realmente gera receita.

Como garantir uma terceirização bem-sucedida

Para que a parceria seja duradoura e benéfica, siga alguns passos:

  1. Pesquise referências: Busque indicações de outros empresários e avalie o histórico do escritório.

  2. Solicite uma proposta detalhada: Entenda todos os serviços incluídos, os prazos e a forma de cobrança.

  3. Avalie a tecnologia utilizada: Plataformas de gestão, dashboards e acesso online facilitam o acompanhamento.

  4. Defina um canal de comunicação claro: Estabeleça como será o envio de documentos e a frequência das reuniões de alinhamento.

  5. Acompanhe os resultados: Mesmo terceirizando, o empresário deve acompanhar indicadores financeiros e fiscais.

O papel estratégico da contabilidade terceirizada

Mais do que cumprir obrigações legais, um bom escritório de contabilidade terceirizada pode atuar como parceiro estratégico da empresa. Isso significa:

  • Orientar decisões financeiras, com base em relatórios e projeções.

  • Analisar a viabilidade de investimentos e novos projetos.

  • Sugerir regimes tributários mais vantajosos em momentos de mudança legislativa, como a reforma tributária.

  • Auxiliar na captação de recursos e no relacionamento com instituições financeiras.

Ao transformar números em informação de valor, a contabilidade terceirizada contribui diretamente para o crescimento sustentável do negócio.

Five Consultant Contabilidade: seu parceiro de confiança

Na Five Consultant Contabilidade, a terceirização não significa apenas “fazer a contabilidade”, mas oferecer consultoria completa, ajudando empresas a reduzir custos, melhorar processos e tomar decisões mais seguras.

Nossa equipe é formada por profissionais experientes, que atuam de forma proativa para garantir conformidade fiscal e aproveitar oportunidades de economia tributária.

Com tecnologia de ponta e atendimento personalizado, transformamos a contabilidade em um instrumento de gestão e planejamento, para que sua empresa possa crescer com segurança e rentabilidade.

Conclusão: uma decisão estratégica para o futuro

Diante de um ambiente de negócios cada vez mais competitivo e de uma legislação tributária complexa, terceirizar a contabilidade da empresa é mais do que uma tendência: é uma estratégia inteligente.

Ao contar com um parceiro especializado, você garante conformidade legal, planejamento fiscal eficiente e informações de qualidade para a tomada de decisão.

Se você deseja saber como a terceirização pode trazer economia e eficiência para o seu negócio, fale com a Five Consultant Contabilidade.

Juntos, podemos desenvolver um modelo de gestão contábil que atenda às necessidades da sua empresa e ajude a impulsionar o crescimento de forma sustentável.

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Como reativar CNPJ suspenso?

Em algumas situações, seja por por descuido ou falta de informação, o CNPJ pode acabar sendo suspenso pela Receita Federal, impedindo a emissão de notas fiscais, o acesso a linhas de crédito e até a participação em licitações.

Se você está enfrentando essa situação, é importante saber que é possível reativar um CNPJ suspenso, desde que sejam cumpridas as exigências legais e fiscais. 

Neste artigo, vamos explicar as principais causas da suspensão, as consequências para o negócio e o passo a passo completo para regularizar a empresa, além de mostrar como a Five Consultant Contabilidade pode ajudar em todo o processo.

O que significa ter um CNPJ suspenso

Um CNPJ suspenso é aquele que está com sua situação cadastral irregular na Receita Federal. Isso ocorre quando a empresa descumpre obrigações fiscais, cadastrais ou legais, resultando em restrições que limitam suas operações.

Na prática, a suspensão significa que a empresa não pode exercer suas atividades de forma normal, sendo impedida de:

  • Emitir notas fiscais;

  • Participar de licitações públicas;

  • Abrir ou movimentar contas bancárias em nome da empresa;

  • Contratar financiamentos ou linhas de crédito;

  • Realizar alterações contratuais, como mudança de endereço ou inclusão de sócios.

Por isso, reativar o CNPJ é uma medida urgente para garantir a continuidade do negócio.

Principais motivos para a suspensão do CNPJ

A Receita Federal pode suspender o CNPJ de uma empresa por diversos motivos. Os mais comuns são:

1. Ausência de declarações obrigatórias

A falta de envio de obrigações fiscais é uma das principais razões para a suspensão. Isso inclui:

  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ);

  • Escrituração Contábil Digital (ECD) e Escrituração Fiscal Digital (EFD);

  • Declarações do Simples Nacional (DASN-SIMEI ou PGDAS-D).

Quando a empresa deixa de apresentar essas declarações por um longo período, a Receita Federal considera a situação irregular e pode suspender o cadastro.

2. Inatividade prolongada

Empresas que ficam inativas por mais de cinco anos sem comunicar a Receita Federal podem ter o CNPJ suspenso por presunção de abandono das atividades.

3. Irregularidades cadastrais

Informações desatualizadas, como endereço ou dados dos sócios, também podem levar à suspensão. A Receita exige que os dados cadastrais estejam sempre corretos e atualizados.

4. Débitos em aberto

A existência de dívidas fiscais não regularizadas junto à Receita Federal, INSS ou outros órgãos pode motivar a suspensão, especialmente quando o contribuinte não busca parcelamento ou acordo.

5. Fraudes ou inconsistências

A constatação de fraudes ou inconsistências cadastrais, como uso indevido de dados, também é motivo para a suspensão imediata do CNPJ.

Consequências de um CNPJ suspenso

Ter o CNPJ suspenso traz graves consequências para o negócio, como:

  • Perda de credibilidade com clientes, fornecedores e instituições financeiras;

  • Multas e juros acumulados pela falta de declarações e tributos;

  • Impossibilidade de emitir notas fiscais, o que inviabiliza operações;

  • Dificuldade para acessar crédito ou renegociar dívidas;

  • Risco de baixa definitiva do CNPJ se a situação não for regularizada.

Por isso, quanto mais rápido for o processo de reativação, menores serão os prejuízos.

Passo a passo para reativar CNPJ suspenso

Reativar um CNPJ suspenso exige organização e atenção às exigências da Receita Federal. Confira o passo a passo completo:

1. Consulte a situação cadastral

O primeiro passo é verificar a situação do CNPJ no site da Receita Federal. Basta acessar a página de consulta de CNPJ e inserir o número da empresa. O resultado informará se a situação está:

  • Ativa;

  • Suspensa;

  • Baixada;

  • Nula;

  • Inapta.

Se estiver “suspenso” ou “inapto”, será necessário identificar o motivo exato da irregularidade.

2. Identifique a causa da suspensão

Através do Portal e-CAC, é possível identificar, quais declarações ou obrigações não foram cumpridas. Essa etapa é fundamental para saber quais medidas adotar.

3. Regularize as pendências fiscais

Com base no relatório da Receita, é hora de regularizar:

  • Entrega de declarações em atraso, como IRPJ, PGDAS-D, ECD ou EFD;

  • Pagamento ou parcelamento de débitos fiscais;

  • Correção de eventuais inconsistências cadastrais, como endereço desatualizado.

4. Atualize o cadastro da empresa

Se a suspensão foi motivada por dados cadastrais desatualizados, é necessário corrigir as informações no Coletor Nacional da Receita Federal e, se for o caso, na Junta Comercial do estado.

5. Protocole o pedido de reativação

Após regularizar todas as pendências, a própria Receita Federal reativa automaticamente o CNPJ

Em alguns casos, pode ser necessário protocolar um pedido formal de reativação, apresentando comprovantes de regularização.

O papel da contabilidade no processo de reativação

Regularizar um CNPJ suspenso pode ser um processo complexo, principalmente quando há diversas pendências fiscais acumuladas. Nesse momento, contar com uma contabilidade especializada é essencial para:

  • Consultar a situação cadastral e identificar rapidamente o motivo da suspensão;

  • Preparar e entregar as declarações em atraso;

  • Auxiliar no parcelamento ou quitação de débitos fiscais;

  • Atualizar o cadastro da empresa junto aos órgãos competentes;

  • Acompanhar o processo de reativação junto à Receita Federal.

Um contador experiente garante que todas as etapas sejam concluídas com agilidade, evitando erros que possam atrasar a reativação.

A Five Consultant Contabilidade pode ajudar

A Five Consultant Contabilidade possui experiência em regularização de CNPJ suspenso e oferece um serviço completo para empresas de todos os portes e segmentos. Nossa equipe especializada atua em:

  • Diagnóstico detalhado da situação da empresa;

  • Regularização de declarações e débitos;

  • Planejamento tributário para evitar novas pendências;

  • Acompanhamento de todo o processo junto à Receita Federal.

Com nosso suporte, sua empresa volta a operar de forma regular, recupera a credibilidade no mercado e evita prejuízos futuros.

Conclusão

Um CNPJ suspenso pode trazer sérios problemas para a empresa, impedindo operações básicas e comprometendo a imagem do negócio. No entanto, com organização e o apoio de uma contabilidade especializada, é possível reativar o cadastro de forma rápida e segura.

👉 A Five Consultant Contabilidade é a parceira ideal para reativar o seu CNPJ suspenso

Nossa equipe cuida de todo o processo de regularização, garantindo que sua empresa volte a operar legalmente e esteja protegida contra novas irregularidades. 

Entre em contato e descubra como podemos ajudar a restabelecer a situação fiscal da sua empresa com agilidade e eficiência.

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O que é e quando entra em vigor a Nota Fiscal de Serviços Nacional (NFS-e)?

A Nota Fiscal de Serviços Nacional (NFS-e Nacional) é uma das mudanças mais relevantes do sistema tributário brasileiro recente. 

O novo modelo de nota fiscal, nasce para acabar com a fragmentação entre milhares de sistemas municipais de emissão de nota de serviço, substituindo esse labirinto por um padrão único, com processos simplificados e melhor integração entre contribuintes e prefeituras.

Essa padronização não é assunto apenas para grandes empresas. Profissionais liberais, prestadores de serviços, MEIs e pequenas empresas também são impactados e precisam se adequar. 

Por isso, entender o que é, como funciona e quando entra em vigor é essencial para evitar erros, multas e retrabalho, e para organizar a sua operação com antecedência.

O que é a NFS-e Nacional

A NFS-e Nacional é um documento fiscal eletrônico padronizado que substitui os diferentes modelos de notas de serviço usados pelas prefeituras brasileiras. 

Até agora, cada município definia seu próprio sistema e suas próprias regras de emissão, gerando formatos, exigências e procedimentos diferentes. 

Para quem presta serviços em várias cidades, isso significava aprender “um idioma novo” a cada cliente, com mais custo administrativo, chances de erro e dificuldade de integração com sistemas de gestão.

Com a NFS-e Nacional, esse cenário muda de forma estrutural: o formato passa a ser único em todo o país e a emissão fica centralizada em um ambiente federal, operado em conjunto pela Receita Federal e pelos municípios. 

Como funciona a NFS-e Nacional

A emissão pode acontecer por duas rotas, ambas conectadas ao mesmo padrão e ao mesmo repositório nacional de informações:

  1. Emissor gratuito: Disponível em versão web e aplicativo para celular, ideal para quem precisa de um caminho simples para emitir notas.

  2. Integração de sistemas (ERPs): Empresas que já utilizam softwares de gestão podem seguir emitindo suas notas dentro do fluxo atual, só que agora no padrão nacional.

Independentemente do caminho escolhido, os campos obrigatórios seguem a mesma lógica, a numeração tem padrão nacional e todas as notas ficam armazenadas no  sistema emissor nacional.

Quem precisa emitir a NFS-e Nacional?

A regra alcança qualquer pessoa jurídica que preste serviços, incluindo MEI prestador. Exemplos práticos:

  • MEIs de serviços (designers, cabeleireiros, pintores, programadores etc.);

  • Empresas de marketing, tecnologia e consultoria;

  • Clínicas e consultórios (médicos, odontológicos, psicológicos, fisioterapia, diagnóstico);

  • Profissionais autônomos com CNPJ.

Importante: Se você vende produtos, continua emitindo NF-e (Nota Fiscal Eletrônica de produtos). A NFS-e é exclusiva para serviços.

Quando entra em vigor?

  • MEI prestador de serviços: A obrigatoriedade já está em vigor, com emissão pelo emissor nacional (web/app).

  • Demais empresas prestadoras de serviços: A obrigatoriedade passa a valer em janeiro de 2026.

Isso significa que quem não é MEI ainda tem algum tempo para se preparar, ajustar sistemas, treinar o time e organizar cadastros antes da virada para o padrão nacional.

Passo a passo para emitir a NFS-e Nacional

Há dois caminhos: aplicativo (celular) ou portal web. O fluxo é simples, mas convém criar um checklist interno para evitar retrabalho.

1.Acesse o sistema

Antes de tudo, garanta o acesso via Gov.br.

2.Preencha os dados da nota

No emissor, informe:

  • Dados do cliente (nome/razão social, CPF ou CNPJ);

  • Descrição do serviço prestado (clareza aqui evita questionamentos e refações);

  • Valor do serviço e condições (ex.: descontos combinados);

  • Local da prestação (alguns serviços podem ter regra de localidade para fins de ISS).

Revise antes de emitir: erros nessa etapa costumam virar cancelamento depois — e nem sempre o prazo municipal para cancelamento é generoso.

3.Emita a NFS-e

Com tudo conferido, clique em Emitir. O sistema gera a nota com código de verificação. Você pode baixar o PDF, imprimir, enviar por e-mail ou compartilhar.

Dica prática: Padronize descrições, códigos de serviço e observações no seu emissor. Isso reduz erros, acelera a conferência e facilita auditorias.

Perguntas comuns (FAQ)

  • Preciso de contador para emitir a NFS-e Nacional?

Se você é MEI, consegue emitir sozinho pelo app/portal. Já empresas em outros regimes devem contar com uma contabilidade, porque além da emissão existem obrigações fiscais (apuração, declarações, retenções) que exigem acompanhamento técnico.

  • A NFS-e Nacional substitui a nota de produtos (NF-e)?

Não. Para venda de mercadorias, permanece a NF-e. A NFS-e é exclusiva para serviços.

  • Preciso de certificado digital?

O MEI não precisa. Para demais empresas, o certificado digital é exigido.

  • Posso cancelar uma NFS-e emitida?

Sim, o sistema permite cancelamento. Mas cada prefeitura pode definir prazos e condições. Padronize internamente um procedimento de revisão antes da emissão e um protocolo de cancelamento para situações inevitáveis.

Como a Five Consultant Contabilidade pode ajudar

A Five Consultant Contabilidade já trabalha com o padrão nacional e pode conduzir a sua transição do início ao fim:

  • Diagnóstico de cenário: Serviços, códigos, municípios, retenções e riscos.

  • Parametrização no emissor nacional ou integração ERP com o ambiente nacional.

  • Treinamento personalizado para seu time.

  • Revisão de contratos e rotinas (ex.: retenções e prazos de cancelamento).

  • Auditoria mensal das NFS-e (conciliação com financeiro e relatórios).

  • Suporte contínuo para dúvidas do dia a dia e atualizações de regras.

Nosso objetivo é que você emita corretamente desde a primeira nota, sem atrasos, sem autuações e com processos alinhados à sua realidade.

Conclusão

A NFS-e Nacional representa uma virada de chave: menos sistemas paralelos, mais padronização, mais segurança e um caminho claro para um ambiente tributário mais simples. 

Para o MEI prestador, a obrigatoriedade já é realidade; para as demais empresas de serviços, a virada acontece em janeiro de 2026.

Usar esse período para organizar cadastros, treinar o time e ajustar sistemas é a melhor estratégia. Com o apoio certo, a mudança deixa de ser fonte de risco e passa a ser ganho de eficiência.

Precisa se adaptar à Nota Fiscal de Serviços Nacional com tranquilidade?

Fale com a Five Consultant Contabilidade e conte com uma equipe que cuida de todo o processo, do planejamento à emissão, para você possa focar no que importa: crescer com segurança, pagar o justo e ficar em dia.

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Reforma tributária: o Simples Nacional vai acabar?

A reforma tributária aprovada no Brasil nos últimos anos trouxe uma série de mudanças que impactam diretamente empresas de todos os portes. 

Neste contexto, uma das principais dúvidas entre os empreendedores, especialmente os pequenos negócios, é: o Simples Nacional vai acabar?

Esse regime, que foi criado com o objetivo de simplificar o recolhimento de tributos e incentivar o empreendedorismo, é utilizado por milhões de micro e pequenas empresas no país. 

Com a aprovação da reforma, muitos empresários estão preocupados, e desejam saber se o Simples Nacional continuará existindo ou se será substituído por um novo sistema.

Neste artigo, a equipe da Five Consultant Contabilidade explica o que muda com a reforma tributária, bem, como, se o Simples Nacional será mantido e quais são as perspectivas para as empresas enquadradas nesse regime.

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, criado pela Lei Complementar nº 123/2006, destinado a microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).

Suas principais características são:

  • Arrecadação unificada de impostos em uma única guia (DAS); 
  • Tributação reduzida, com alíquotas progressivas; 
  • Menos burocracia, facilitando o cumprimento das obrigações fiscais; 
  • Limite de faturamento anual de até R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte e R$ 81 mil para MEIs.

Esse regime simplificado foi um avanço para o ambiente de negócios, permitindo que pequenas empresas pudessem crescer e se manter regularizadas com custos tributários mais acessíveis.

O que a Reforma Tributária muda no sistema de impostos?

A reforma tributária tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro, considerado um dos mais complexos do mundo. Entre as principais mudanças, destacam-se:

  • Extinção de tributos atuais, como ICMS, ISS, PIS e Cofins; 
  • Criação de novos impostos: 
    • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal; 
    • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal; 
    • IS (Imposto Seletivo), aplicado a produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente; 

 

  • Unificação das regras para reduzir burocracias; 
  • Transição gradual entre 2026 e 2033, permitindo adaptação das empresas.

Essas mudanças geram dúvidas sobre a compatibilidade do Simples Nacional com o novo modelo tributário.

O Simples Nacional vai acabar?

A resposta é não. O Simples Nacional não vai acabar com a reforma tributária.

O texto aprovado pelo Congresso Nacional garante a manutenção do regime simplificado para micro e pequenas empresas, reconhecendo sua importância para o desenvolvimento econômico e para a geração de empregos.

No entanto, isso não significa que o Simples permanecerá totalmente igual. Algumas adaptações serão necessárias para que o regime se alinhe ao novo sistema de tributos (IBS e CBS).

Quais mudanças são esperadas no Simples Nacional?

Embora o regime seja mantido, haverá ajustes para integrar o Simples Nacional ao modelo tributário pós-Reforma. Entre as possíveis alterações:

  • Integração do IBS e CBS ao Simples Nacional: Esses novos tributos substituirão os atuais ICMS, ISS, PIS e COFINS, e deverão ser recolhidos dentro da guia única do Simples. 
  • Novos critérios de cálculo: As alíquotas poderão ser ajustadas para compatibilizar o regime com o sistema nacional. 
  • Atualização tecnológica: Sistemas de emissão de notas fiscais e apuração de impostos precisarão ser adaptados. 
  • Revisão de benefícios fiscais: Incentivos atuais podem passar por ajustes para evitar distorções na arrecadação.

Essas mudanças não comprometem a existência do regime, mas exigirão atenção e planejamento por parte dos empreendedores.

Por que o Simples Nacional continuará existindo?

O Simples Nacional é responsável por beneficiar mais de 12 milhões de pequenos negócios no Brasil. Ele é essencial para:

  • Fomentar o empreendedorismo; 
  • Gerar empregos; 
  • Reduzir a informalidade; 
  • Facilitar o recolhimento de tributos.

Por esses motivos, o regime simplificado foi mantido na reforma tributária, garantindo segurança jurídica e continuidade para quem já está enquadrado.

Como as empresas devem se preparar para as mudanças?

Mesmo com a manutenção do Simples Nacional, a reforma tributária acaba exigindo que os empresários adotem uma postura preventiva. 

A adaptação será essencial para evitar problemas com o Fisco, bem como, aproveitar as oportunidades que as novas regras podem trazer. Para isso, é preciso se atentar a alguns pontos fundamentais.

1. Atualizar sistemas fiscais e contábeis

A implementação do IBS e da CBS trará mudanças significativas nos processos de emissão de notas fiscais e apuração de impostos. 

Por isso, é indispensável que as empresas utilizem sistemas de gestão (ERP) e softwares atualizados, capazes de acompanhar o novo layout e as exigências técnicas do governo.

Com ferramentas modernas, é possível automatizar tarefas, reduzir erros manuais e garantir que todas as obrigações sejam cumpridas corretamente. 

2. Revisar o planejamento tributário

Com a reforma, alguns cenários podem tornar o Simples Nacional menos vantajoso para determinadas empresas. Por isso, revisar o planejamento fiscal se torna uma necessidade estratégica.

A análise deve considerar o faturamento, o ramo de atividade, as despesas operacionais e as novas regras de enquadramento. 

Em alguns casos, pode ser que o Lucro Presumido ou outro regime seja mais adequado, especialmente para empresas que crescem rapidamente. Um bom planejamento evita surpresas e garante a escolha do regime mais econômico.

3. Acompanhar constantemente as atualizações legais

Durante o período de transição, que vai até 2033, diversas normas complementares serão publicadas. Essas regras podem alterar prazos, procedimentos e até o cálculo dos tributos.

Empresas que não acompanham essas mudanças correm o risco de ficar em desacordo com o Fisco e sofrer penalidades. 

Por isso, é essencial acompanhar comunicados oficiais, instruções normativas e orientações de órgãos como Receita Federal, secretarias estaduais e municipais de fazenda.

4. Contar com apoio contábil especializado

Um profissional atualizado sobre a reforma tributária poderá orientar sobre os melhores enquadramentos, identificar oportunidades de economia fiscal e garantir que a empresa esteja sempre em conformidade.

Além disso, escritórios contábeis especializados oferecem consultoria estratégica, ajudando os empresários a se adaptarem às mudanças sem comprometer a operação do negócio. Essa parceria é fundamental para reduzir riscos e manter a competitividade no mercado.

Conclusão: o Simples Nacional não vai acabar, mas você precisa se adaptar

O Simples Nacional continuará existindo, mesmo com a implementação da Reforma Tributária. No entanto, ele passará por ajustes para se alinhar ao novo sistema de impostos. 

Para o empresário, isso significa a necessidade de acompanhar as mudanças, adaptar-se às novas exigências e manter uma gestão contábil eficiente.

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