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Como aumentar o lucro da farmácia: estratégias para crescer com eficiência

Aumentar o lucro da farmácia é um desafio muito comum entre empreendedores do setor farmacêutico, principalmente em um mercado tão competitivo e regulado como o brasileiro. 

No entanto, com a aplicação das estratégias corretas,que envolvem gestão financeira, controle de estoque, precificação inteligente, marketing e planejamento tributário, é possível obter resultados expressivos e sustentáveis.

Neste artigo completo, elaborado pelo time da Five Consultant Contabilidade, vamos apresentar as principais ações que você pode implementar para melhorar a rentabilidade do seu negócio. 

Continue a leitura e descubra como transformar sua farmácia em uma empresa mais lucrativa, eficiente e competitiva.

1.Conheça seus custos e margens com precisão

Uma farmácia só pode ser realmente lucrativa quando o gestor entende com clareza os custos envolvidos na operação. Isso inclui:

  • Custo de aquisição dos produtos (CMV – Custo das Mercadorias Vendidas)

  • Despesas fixas: aluguel, energia, folha de pagamento, taxas e sistemas

  • Despesas variáveis: impostos sobre vendas, comissões, taxas de cartão

  • Custos ocultos: perdas por vencimento, furtos, produtos obsoletos

📌 Dica prática: Mantenha sua contabilidade sempre atualizada e tenha relatórios gerenciais que mostrem a margem de contribuição por produto, categoria e fornecedor. 

Na prática, isso ajudará você a tomar decisões mais inteligentes sobre quais produtos manter ou descontinuar.

2.Faça um bom controle de estoque

Um dos grandes vilões do lucro de uma farmácia é a má gestão de estoque. Produtos vencidos, excesso de mercadorias paradas ou falta de itens essenciais geram prejuízos financeiros diretos.

Boas práticas de controle de estoque incluem:

  • Cadastro correto de produtos com validade e lote

  • Curva ABC para identificar produtos que mais vendem

  • Inventários regulares para evitar perdas

  • Reposição baseada em giro e sazonalidade

  • Integração do sistema de vendas com o estoque

💡 Atenção: Um estoque desorganizado impede o crescimento da farmácia e consome capital de giro. Automatizar esse processo com um bom sistema de gestão faz toda a diferença.

3.Reavalie sua política de preços

Muitos farmacistas têm receio de reajustar os preços por medo de perder clientes, mas precificar corretamente é essencial para garantir margens saudáveis.

Veja o que considerar ao definir os preços:

  • Tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) da Anvisa

  • Concorrência direta e posicionamento da sua farmácia

  • Custos fixos e variáveis embutidos na operação

  • Perfil do público-alvo e valor percebido

🎯 Uma boa prática é monitorar os produtos que mais vendem (os “campeões de venda”) e garantir que eles tenham margens equilibradas. Em outros itens, com menor sensibilidade de preço, é possível aplicar uma margem um pouco maior.

4.Invista em marketing farmacêutico

Não adianta ter bons produtos e preços competitivos se os clientes não sabem disso. O marketing é uma poderosa ferramenta para atrair e fidelizar consumidores, aumentando o ticket médio e a frequência de compras.

Ações de marketing que ajudam a aumentar o lucro da farmácia:

  • Criação de programas de fidelidade com cashback ou pontos

  • Divulgação de promoções por WhatsApp, SMS e redes sociais

  • Parcerias com clínicas, médicos e profissionais de saúde

  • Campanhas sazonais (como gripe, verão, dia das mães)

  • Otimização do Google Meu Negócio para atrair clientes locais

📣 Lembre-se: O marketing digital local (como anúncios no Google e presença no Instagram) é extremamente eficaz para farmácias de bairro ou cidades de médio porte.

5.Treine sua equipe de atendimento

O atendimento é um dos maiores diferenciais competitivos em uma farmácia. Farmacêuticos e atendentes bem treinados conseguem:

  • Indicar produtos adicionais (venda cruzada)

  • Orientar com segurança sobre o uso dos medicamentos

  • Fidelizar o cliente pela qualidade do serviço

  • Evitar erros que geram retrabalho ou prejuízos

🧑‍🏫 Invista em capacitação constante, incluindo noções de atendimento humanizado, técnicas de venda consultiva, conhecimento sobre medicamentos e ética no relacionamento com o cliente.

6.Reduza a carga tributária com planejamento fiscal

Você sabia que muitos donos de farmácia pagam mais impostos do que deveriam simplesmente por estarem no regime tributário inadequado?

Dependendo do faturamento, da folha de pagamento e da margem de lucro, sua farmácia pode ter uma economia significativa ao migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo.

O que um bom contador pode fazer por sua farmácia:

  • Avaliar o regime tributário mais vantajoso

  • Elaborar um planejamento fiscal sob medida

  • Identificar créditos tributários (PIS/COFINS, ICMS-ST)

  • Otimizar a folha de pagamento e pró-labore

  • Evitar multas e autuações da Receita Federal

📊 A Five Consultant Contabilidade pode ajudar você a pagar menos impostos de forma legal e aumentar a lucratividade da sua farmácia.

7.Monitore indicadores de desempenho

Você só melhora o que pode medir. Por isso, acompanhar os indicadores de desempenho é fundamental para entender o que está funcionando e o que precisa ser ajustado.

Principais KPIs para farmácias:

  • Margem de lucro líquida

  • Giro de estoque

  • Ticket médio por cliente

  • Faturamento por funcionário

  • Percentual de vendas por categoria (medicamentos, dermocosméticos, etc.)

  • Índice de perdas por vencimento ou furtos

📈 Com esses números em mãos, você consegue tomar decisões baseadas em dados, e não em achismos.

8.Trabalhe com mix inteligente de produtos

Uma farmácia que vende só medicamentos deixa dinheiro na mesa. Ampliar o mix com produtos de conveniência e maior margem pode melhorar significativamente os resultados.

Itens que costumam ter alta margem:

  • Cosméticos e perfumaria

  • Suplementos alimentares

  • Produtos infantis

  • Higiene pessoal

  • Acessórios de saúde (termômetros, inaladores)

🔄 Faça testes A/B, avalie a aceitação do público e mantenha os produtos com melhor giro e maior rentabilidade.

9.Aposte em canais digitais e delivery

As farmácias que oferecem atendimento multicanal conseguem alcançar mais clientes e vender mais. O uso de canais digitais é essencial para se manter competitivo.

Exemplos de canais e serviços:

  • Loja virtual própria ou integração com marketplaces

  • Atendimento por WhatsApp com catálogo e pagamento via link

  • Delivery com motoboy ou integração com apps de entrega

  • Agendamento de serviços (vacinação, teste de glicemia, aferição de pressão)

📱 A digitalização não é mais tendência, é uma exigência do novo consumidor.

Conclusão: a Five Consultant Contabilidade ajuda sua farmácia a lucrar mais

Como você viu, aumentar o lucro da farmácia depende de uma série de ações integradas, que envolvem desde controle de estoque e precificação até marketing e planejamento tributário. Não existe fórmula mágica, mas sim gestão estratégica, baseada em dados, tecnologia e apoio especializado.

Se você quer aumentar a rentabilidade da sua farmácia com segurança, economia e inteligência fiscal, conte com a Five Consultant Contabilidade.

👉 Fale com nossos especialistas e descubra como podemos ajudar seu negócio a crescer com lucratividade e solidez!

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Como recuperar créditos tributários no setor farmacêutico

O setor farmacêutico é um dos mais complexos quando o assunto é tributação. Com diferentes regimes fiscais, inúmeros produtos com tratamentos tributários variados e constantes atualizações na legislação, é comum que farmácias e distribuidoras de medicamentos acabem pagando mais tributos do que deveriam, muitas vezes sem perceber.

A boa notícia é que essas distorções podem ser corrigidas. Por meio de uma análise especializada, é possível recuperar créditos tributários e até reaver valores pagos indevidamente nos últimos anos, trazendo alívio para o caixa da empresa e mais margem de lucro.

Neste artigo da Five Consultant Contabilidade, você vai entender o que são os créditos tributários, como identificá-los no setor farmacêutico, quais tributos podem ser recuperados e qual o passo a passo para aproveitar essa oportunidade com segurança jurídica.

O que são créditos tributários?

Créditos tributários são valores pagos a maior ou indevidamente em tributos e que podem ser compensados ou ressarcidos pela empresa. 

Em outras palavras, quando uma farmácia recolhe um imposto de forma incorreta, ou deixa de utilizar algum benefício fiscal permitido, tem direito a recuperar esse valor junto ao fisco.

A recuperação pode ser:

  • Administrativa: por meio de compensação com tributos futuros;

  • Judicial: por via de ação na Justiça, quando há controvérsia na interpretação da lei.

No caso do setor farmacêutico, esses créditos geralmente são descobertos após uma revisão tributária minuciosa, considerando o tipo de produto, o regime de apuração, a classificação fiscal (NCM) e a legislação aplicável.

Por que farmácias pagam tributos indevidamente?

Alguns fatores explicam por que o setor farmacêutico é altamente exposto a pagamentos indevidos:

  1. Classificação incorreta de produtos

Muitos medicamentos e produtos de perfumaria e higiene possuem isenções, reduções de base de cálculo ou substituição tributária parcial, mas é comum que esses tratamentos não sejam aplicados corretamente por erro na classificação fiscal (NCM).

  1. Mudanças frequentes na legislação

A legislação tributária muda com frequência e, se a farmácia ou distribuidora não tiver acompanhamento contábil especializado, pode continuar recolhendo tributos com base em regras antigas.

  1. Erro na apuração do ICMS-ST

O ICMS por Substituição Tributária (ICMS-ST) é um dos pontos mais sensíveis para farmácias. 

Muitas vezes, o imposto é recolhido na origem com base em uma margem de valor agregado (MVA) presumida, mas o preço efetivo de venda ao consumidor é menor, o que gera créditos passíveis de restituição.

  1. Não aproveitamento de créditos de PIS/COFINS

Farmácias no Lucro Real têm direito a créditos de PIS e COFINS sobre insumos, mas nem sempre o sistema está configurado corretamente para aproveitar esses valores. Isso gera pagamentos cumulativos e perda de margem.

Quais tributos podem gerar créditos no setor farmacêutico?

A seguir, destacamos os principais tributos que podem ser revistos e recuperados:

ICMS-ST – Substituição Tributária

No modelo de substituição tributária, o ICMS é pago antecipadamente na cadeia de distribuição, com base em uma MVA presumida. Se a farmácia vender o produto por um valor menor do que o presumido, tem direito à restituição da diferença.

Esse direito está respaldado no artigo 150, §7º da Constituição Federal e já foi reconhecido pelo STF. A restituição pode ser feita via compensação administrativa ou judicialmente.

PIS e COFINS

Farmácias no regime de Lucro Real têm direito a crédito de PIS e COFINS não cumulativos, sobre diversos itens considerados insumos:

  • Medicamentos sujeitos à tributação

  • Embalagens

  • Equipamentos utilizados na armazenagem e refrigeração

  • Energia elétrica proporcional à atividade

Muitas empresas deixam de aproveitar esses créditos por erro de classificação ou desconhecimento da legislação.

IRPJ e CSLL

Em alguns casos, pode haver recolhimento indevido de IRPJ e CSLL, seja por base de cálculo incorreta, por não deduzir corretamente as despesas ou por opção indevida por regime tributário menos vantajoso.

Recuperação de créditos tributários: como funciona o processo?

A recuperação de créditos tributários deve ser feita com cuidado, por uma contabilidade especializada, que conheça as especificidades do setor e a legislação vigente.

Veja o passo a passo:

1. Diagnóstico tributário

O primeiro passo é a análise dos últimos 5 anos fiscais, verificando se há recolhimentos indevidos ou oportunidades de créditos não aproveitados.

Nessa fase, a contabilidade analisa:

  • Classificação fiscal dos produtos

  • Recolhimentos de ICMS-ST

  • Registros de PIS/COFINS no SPED Contribuições

  • Apuração de IRPJ e CSLL

  • Folha de pagamento

2. Cálculo dos créditos

Após identificar as oportunidades, são realizados os cálculos dos valores passíveis de restituição, com base na legislação e nos documentos fiscais da empresa.

O crédito precisa estar documentado e justificado. Por isso, é elaborado um laudo técnico ou relatório detalhado, que serve de base para o pedido de restituição ou compensação.

3. Compensação ou restituição

A empresa pode:

  • Compensar os créditos com tributos federais vincendos (via PER/DCOMP);

  • Solicitar restituição em dinheiro (casos específicos, como ICMS-ST);

  • Ingressar com ação judicial, quando a compensação administrativa é contestada ou negada.

Em quanto tempo os valores podem ser recuperados?

O tempo para recuperação dos créditos varia conforme o tipo de tributo e o caminho escolhido (administrativo ou judicial). Em média:

  • Compensação via PER/DCOMP (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL): de 3 a 6 meses

  • ICMS-ST por restituição administrativa: de 6 a 12 meses (a depender do Estado)

  • Judicial (ICMS-ST ou INSS): de 12 a 24 meses

Quanto antes a empresa iniciar o processo, mais rápido poderá usar os valores para reforçar o caixa, investir ou expandir.

Quais os benefícios de recuperar créditos tributários?

A recuperação de tributos pagos indevidamente traz diversos benefícios diretos para farmácias e distribuidoras:

  • Aumento da margem de lucro

  • Recuperação de caixa

  • Correção de falhas contábeis

  • Maior segurança fiscal

  • Possibilidade de investir os valores em estoque, estrutura ou marketing

Além disso, contribui para a competitividade no setor, permitindo a prática de preços mais atrativos com o mesmo nível de rentabilidade.

Five Consultant Contabilidade: sua aliada na recuperação tributária

A Five Consultant Contabilidade é especializada no setor farmacêutico e possui experiência comprovada em recuperação de créditos tributários de forma segura, estratégica e com total respaldo legal.

Nosso time realiza:

  • Revisão tributária completa dos últimos 5 anos

  • Cálculo e laudo técnico dos créditos

  • Gestão do processo de compensação ou restituição

  • Suporte completo com orientação sobre compliance e planejamento fiscal

Se você é dono de farmácia ou distribuidora e desconfia que está pagando mais impostos do que deveria, entre em contato com nossos especialistas e descubra quanto sua empresa pode recuperar.

👉 Fale agora com a Five Consultant Contabilidade e veja como transformar tributos pagos a mais em recursos para crescer com segurança.

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Como organizar o financeiro de uma farmácia pequena

Organizar o financeiro de uma farmácia pequena é um dos maiores desafios enfrentados por empreendedores do varejo farmacêutico, especialmente diante de margens apertadas, alta concorrência, controle rigoroso de estoque e forte impacto dos impostos no resultado final. 

Sem uma gestão financeira bem estruturada, mesmo farmácias com bom volume de vendas podem enfrentar dificuldades de caixa e prejuízos recorrentes.

Neste artigo, a Five Consultant Contabilidade apresenta um guia prático e estratégico sobre como organizar o financeiro de uma farmácia pequena, abordando controle de receitas e despesas, fluxo de caixa, estoque, precificação, impostos e o papel da contabilidade na sustentabilidade do negócio.

Por que a organização financeira é vital para uma farmácia pequena

Farmácias pequenas operam em um cenário bastante específico. Além da concorrência com grandes redes, há desafios como:

  • Margens reduzidas em medicamentos tabelados

  • Necessidade de capital de giro constante

  • Estoque com validade limitada

  • Alto volume de obrigações fiscais

  • Dependência de convênios e cartões

Quando o financeiro não está organizado, o gestor perde visibilidade sobre o negócio e passa a tomar decisões com base apenas no saldo bancário, o que é um erro comum e perigoso.

Organizar o financeiro não significa apenas “anotar gastos”, mas sim estruturar processos, analisar números e usar informações para melhorar resultados.

Veja à seguir algumas dicas, e inicie hoje mesmo, o processo de organização financeira do seu negócio!

1.Separe finanças pessoais e financeiras da farmácia

O primeiro passo para organizar o financeiro de uma farmácia pequena é separar completamente as finanças do negócio das finanças pessoais do proprietário.

Misturar contas gera:

  • Falta de controle real do lucro

  • Dificuldade para apurar impostos corretamente

  • Problemas na precificação

  • Risco fiscal e contábil

O ideal é:

  • Ter uma conta bancária PJ exclusiva

  • Definir um pró-labore fixo para o dono

  • Registrar retiradas de forma correta

Essa separação é a base para qualquer gestão financeira eficiente.

2.Estruture o controle de receitas e despesas

Nenhuma farmácia consegue se organizar financeiramente sem um controle detalhado das entradas e saídas.

É fundamental registrar:

  • Vendas à vista

  • Vendas no cartão (débito e crédito)

  • Convênios

  • Pix e transferências

  • Outras receitas

Da mesma forma, todas as despesas precisam ser classificadas, como:

  • Compra de medicamentos e perfumaria

  • Aluguel

  • Salários e encargos

  • Energia, água, internet e telefone

  • Taxas de cartão

  • Despesas administrativas

Esse controle permite identificar:

  • Onde o dinheiro está sendo gasto

  • Quais despesas podem ser reduzidas

  • Quais produtos geram mais resultado

3.Controle o fluxo de caixa diariamente

O fluxo de caixa é o coração do financeiro da farmácia. Ele mostra quando o dinheiro entra e quando sai, e não apenas quanto foi faturado.

Em uma farmácia pequena, o fluxo de caixa deve ser:

  • Atualizado diariamente

  • Separado por datas de vencimento

  • Acompanhado de forma preventiva

É comum que farmácias vendam muito no cartão, mas recebam apenas semanas depois, enquanto as despesas vencem antes. Sem controle, isso gera falta de caixa mesmo com boas vendas.

Um bom fluxo de caixa ajuda a:

  • Evitar atrasos em pagamentos

  • Planejar compras de estoque

  • Negociar prazos com fornecedores

  • Antecipar problemas financeiros

4.Organize o controle de estoque para proteger o financeiro

O estoque é um dos maiores ativos e também um dos maiores riscos financeiros de uma farmácia.

Estoque desorganizado gera:

  • Capital parado

  • Vencimento de medicamentos

  • Compras desnecessárias

  • Falta de produtos de giro rápido

Para organizar o financeiro, é essencial:

  • Controlar entrada e saída de produtos

  • Monitorar validade dos medicamentos

  • Identificar itens de alto e baixo giro

  • Evitar excesso de estoque

Quanto mais dinheiro parado no estoque, menos capital disponível para pagar despesas e investir no negócio.

5.Entenda a margem real dos produtos vendidos

Um erro comum em farmácias pequenas é acreditar que vender mais significa lucrar mais. Isso nem sempre é verdade.

Para organizar o financeiro corretamente, o gestor precisa conhecer:

  • Custo real do produto

  • Impostos incidentes

  • Taxas de cartão

  • Margem líquida de cada item

Medicamentos com preço controlado costumam ter margens menores, enquanto produtos de perfumaria, cosméticos e conveniência geralmente oferecem maior rentabilidade.

Com essa análise, a farmácia pode:

  • Ajustar o mix de produtos

  • Criar estratégias de venda cruzada

  • Priorizar itens mais lucrativos

6.Planeje o capital de giro da farmácia

Capital de giro é o dinheiro necessário para manter a farmácia funcionando no dia a dia.

Uma farmácia pequena precisa de capital de giro para:

  • Comprar mercadorias

  • Pagar funcionários

  • Arcar com impostos

  • Cobrir despesas fixas

Sem planejamento, o gestor acaba recorrendo a:

  • Empréstimos caros

  • Cheque especial

  • Antecipação de recebíveis

O ideal é calcular o capital de giro necessário e manter uma reserva mínima para imprevistos, garantindo saúde financeira.

7.Organize o pagamento de impostos corretamente

A carga tributária impacta diretamente o financeiro da farmácia. Sem orientação, muitos negócios pagam mais impostos do que deveriam.

Farmácias podem estar enquadradas em:

  • Simples Nacional

  • Lucro Presumido

  • Lucro Real

Cada regime possui impactos diferentes sobre:

  • ICMS

  • PIS e Cofins

  • IRPJ e CSLL

Além disso, erros fiscais podem gerar multas, juros e autuações, afetando o caixa do negócio.

8.Use relatórios financeiros para tomar decisões

Organizar o financeiro não é apenas registrar dados, mas analisar informações. Veja alguns relatórios essenciais para uma farmácias:

  • DRE (Demonstrativo de Resultados)

  • Fluxo de caixa projetado

  • Relatório de vendas por produto

  • Relatório de despesas fixas e variáveis

Com esses dados, o gestor consegue:

  • Avaliar se a farmácia está lucrando

  • Corrigir falhas rapidamente

  • Planejar crescimento com segurança

O papel da contabilidade na organização financeira da farmácia

A contabilidade vai muito além do cálculo de impostos. Uma contabilidade especializada em farmácias atua como parceira estratégica do negócio.

A Five Consultant Contabilidade auxilia farmácias pequenas com:

  • Organização financeira e contábil

  • Planejamento tributário

  • Análise de custos e margens

  • Escolha do regime tributário mais econômico

  • Apoio na tomada de decisões

Com apoio contábil adequado, o gestor passa a entender os números e agir de forma preventiva, não apenas corretiva.

A Five Consultant Contabilidade está preparada para ajudar sua farmácia a organizar o financeiro, reduzir custos, pagar menos impostos de forma legal e construir um negócio mais sólido e lucrativo. 

Se você quer sair do improviso e assumir o controle financeiro da sua farmácia, entre em contato conosco e conte com especialistas que entendem do seu segmento.

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Como controlar estoque na farmácia e evitar perdas

Controlar estoque na farmácia é uma das tarefas mais estratégicas para garantir lucratividade, evitar perdas financeiras e manter a conformidade com as exigências sanitárias e fiscais do setor farmacêutico. 

Uma gestão de estoque mal feita pode gerar vencimento de medicamentos, rupturas de produtos essenciais, autuações da Vigilância Sanitária e até prejuízos graves no caixa da farmácia.

Neste artigo completo da Five Consultant Contabilidade, você vai conferir tudo que precisa saber para controlar estoque na farmácia de forma eficiente. Vale a pena conferir!

Por que o controle de estoque é um dos maiores desafios da farmácia

O estoque farmacêutico é diferente do estoque de outros tipos de comércio. Ele envolve produtos com prazo de validade, exigências regulatórias, controle de lotes, necessidade de rastreabilidade e alta rotatividade em determinados itens.

Além disso, farmácias lidam com:

  • Medicamentos de alto custo

  • Produtos controlados

  • Itens com giro muito rápido

  • Produtos com demanda sazonal

  • Margens que variam conforme o tipo de item

Sem um controle rigoroso, o gestor perde visibilidade sobre o que vende mais, o que está parado, o que está próximo do vencimento e onde estão ocorrendo perdas silenciosas.

Na prática, uma farmácia pode estar faturando bem e, ainda assim, perdendo dinheiro todos os meses por falhas no controle de estoque.

Principais causas de perdas no estoque da farmácia

Antes de entender como melhorar o controle, é fundamental saber onde surgem as perdas.

Uma das causas mais comuns é o vencimento de medicamentos, geralmente provocado por compras sem planejamento, falta de giro ou ausência de monitoramento de validade.

Outra fonte frequente de prejuízo são erros de registro, como entradas não lançadas, saídas sem baixa no sistema ou divergência entre estoque físico e estoque contábil.

Também há perdas causadas por:

  • Quebras e avarias

  • Furtos internos ou externos

  • Compras excessivas para aproveitar descontos

  • Falta de padronização nos processos de recebimento

Sem dados confiáveis, o gestor toma decisões no “achismo”, o que aumenta ainda mais o risco de desperdício.

Como controlar estoque na farmácia de forma eficiente

Para controlar estoque na farmácia de maneira eficiente, é preciso ir além de simplesmente “saber o que tem no depósito”. O controle precisa ser sistemático, contínuo e integrado à gestão financeira.

Veja algumas dicas:

Mantenha os cadastros corretos e atualizados: O cadastro precisa conter informações como descrição do produto, fornecedor, preço de custo, preço de venda, validade e lote.

Registre todas as entradas e saídas: Não importa se o produto saiu por venda, troca, perda ou vencimento: tudo precisa estar refletido no sistema.

Defina uma rotina de conferência periódica: Compare o estoque físico com o estoque registrado. Isso permite identificar falhas rapidamente, antes que o prejuízo se torne significativo.

Controlar estoque não é tarefa pontual. É um processo diário que exige disciplina e método.

Importância do controle de validade, lotes e produtos controlados

Um dos maiores riscos no setor farmacêutico está relacionado ao prazo de validade. Medicamentos vencidos não podem ser comercializados e precisam ser descartados corretamente, o que gera prejuízo direto.

Por isso, o controle de estoque na farmácia deve priorizar:

  • Monitoramento constante das datas de vencimento

  • Organização física por validade (PEPS / FIFO)

  • Ações comerciais para giro de produtos próximos ao vencimento

Além disso, produtos controlados exigem atenção redobrada, com registros específicos e cumprimento das normas da Anvisa e do SNGPC.

A falta de controle nesses itens pode gerar não apenas perdas financeiras, mas também sanções legais e administrativas, colocando a farmácia em risco.

Indicadores de estoque que toda farmácia precisa acompanhar

Uma gestão eficiente depende de números. Controlar estoque na farmácia sem indicadores é como dirigir no escuro.

Alguns indicadores fundamentais incluem:

  • Giro de estoque: Mostra a velocidade de venda dos produtos

  • Cobertura de estoque: Indica por quanto tempo o estoque atual sustenta as vendas

  • Índice de perdas: Revela quanto do estoque é perdido por vencimento, quebra ou furto

  • Ruptura de estoque: Mede a falta de produtos no ponto de venda

A análise desses indicadores permite decisões mais inteligentes, como ajustar compras, renegociar com fornecedores e melhorar o mix de produtos.

Farmácias que acompanham esses dados conseguem reduzir perdas e melhorar o fluxo de caixa, mesmo sem aumentar o faturamento.

Erros comuns no controle de estoque em farmácias

Infelizmente, muitos empresários acabam cometendo alguns erros comuns no controle de estoque das suas farmácias, e com isso, acabam comprometendo os resultados do negócio.

Dentre os erros mais comuns, podemos destacar:

  • Comprar com base apenas em descontos

  • Não revisar estoque parado

  • Ignorar pequenos desvios recorrentes

  • Falta de inventários periódicos

  • Ausência de integração entre estoque e financeiro

Quando repetidos, esses erros, geram prejuízos significativos ao longo do tempo.

O papel da contabilidade na gestão de estoque da farmácia

Engana-se quem pensa que a contabilidade cuida apenas de impostos. Uma contabilidade estratégica atua diretamente na organização da gestão, incluindo o controle de estoque.

A contabilidade especializada ajuda a:

  • Analisar custos reais dos produtos

  • Avaliar impactos do estoque no lucro

  • Identificar perdas ocultas

  • Apoiar decisões de compra

  • Ajustar processos para reduzir desperdícios

Quando estoque, financeiro e contabilidade caminham juntos, a farmácia ganha eficiência e previsibilidade.

Como a Five Consultant Contabilidade pode ajudar sua farmácia

A Five Consultant Contabilidade atua ao lado de farmácias e drogarias que buscam mais controle, menos perdas e crescimento sustentável.

O trabalho vai além da contabilidade tradicional, oferecendo:

  • Análise integrada de estoque e financeiro

  • Apoio na organização de processos

  • Orientação para redução de perdas

  • Suporte para conformidade fiscal e sanitária

  • Planejamento para melhoria de resultados

Com uma visão estratégica, a Five ajuda o gestor a transformar o estoque em um ativo, e não em um problema.

Conclusão

Controlar estoque na farmácia é uma tarefa essencial para evitar perdas, proteger o caixa e garantir a sustentabilidade do negócio. Em um setor altamente regulado e competitivo, erros simples podem gerar grandes prejuízos.

Com processos bem definidos, uso de tecnologia, acompanhamento de indicadores e apoio de uma contabilidade especializada, é possível reduzir desperdícios, melhorar a rentabilidade e tomar decisões mais inteligentes.

A Five Consultant Contabilidade está preparada para apoiar sua farmácia nesse processo, ajudando você a profissionalizar a gestão, reduzir perdas e construir um negócio mais eficiente e lucrativo.

Entre em contato conosco e fale com um dos nossos especialistas!

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Farmácias no Lucro Real: como pagar menos impostos

Nos últimos anos, muitas farmácias foram obrigadas a sair do Simples Nacional ou do Lucro Presumido e migrar para o Lucro Real, seja por aumento de faturamento, por exigências fiscais ou por mudanças na legislação tributária. 

O problema é que, quando essa transição não é bem estruturada, o empresário passa a pagar mais impostos do que deveria, além de conviver com riscos fiscais e alta burocracia.

Mas a boa notícia é que existem estratégias para pagar menos impostos mesmo no Lucro Real, desde que a farmácia tenha planejamento tributário, controle financeiro e uma contabilidade especializada no setor farmacêutico.

Neste guia da Five Consultant Contabilidade, você entenderá:

  • Quando a farmácia é obrigada a ir para o Lucro Real

  • O que muda na tributação e nas obrigações

  • Como reduzir tributos legalmente

  • Erros comuns que fazem farmácias pagar mais

  • O que a contabilidade especializada pode fazer por você

Se a sua farmácia atua ou vai atuar no Lucro Real, este conteúdo é essencial para manter o lucro saudável e o CNPJ protegido.

Quando uma farmácia é obrigada a adotar o Lucro Real?

A legislação exige o Lucro Real em alguns casos específicos. A farmácia precisa migrar obrigatoriamente quando o faturamento anual ultrapassa R$ 78 milhões

Além disso, muitas farmácias escolhem o Lucro Real por estratégia, já que em muitos casos, o Lucro Real pode garantir mais economia que outros regimes.

Na prática, apesar de parecer mais complexo, o Lucro Real pode ser vantajoso quando bem administrado.

Como funciona a tributação da farmácia no Lucro Real

No Lucro Real, os impostos são calculados com base no lucro efetivo, e não em uma estimativa.

Por isso, se o lucro for baixo ou houver despesas dedutíveis bem estruturadas, o imposto pode ser reduzido de forma significativa.

Os principais tributos são:

Imposto Como é calculado
IRPJ e CSLL Sobre o lucro real da farmácia
PIS e COFINS Sobre o faturamento (permitidas algumas deduções)
ICMS Sobre a venda de mercadorias
ISS (se houver serviços) Sobre o valor do serviço

Além disso, a farmácia é obrigada a entregar obrigações acessórias mensais e anuais, como ECD, ECF, DCTF, SPED Fiscal, entre outras, o que exige sistema fiscal adequado e acompanhamento constante da contabilidade.

Como pagar menos imposto no Lucro Real: estratégias para farmácias

A vantagem do Lucro Real é clara: quanto melhor estruturada estiver a farmácia, menor pode ser o imposto. Veja as estratégias mais eficientes:

Controle detalhado de despesas dedutíveis: Manter registro preciso de gastos com pessoal, equipamentos, logística, marketing e operação permite diminuir o lucro tributável, reduzindo IRPJ e CSLL.

Utilização correta de créditos de PIS e COFINS: Muitas farmácias desconhecem que têm direito a creditamento sobre insumos, energia, embalagens e medicamentos específicos. Isso pode reduzir o imposto mensal de forma legal.

Gestão eficiente do estoque: Produtos vencidos, obsoletos ou com baixa rotatividade podem ser baixados e registrados contabilmente, o que reduz o lucro e, consequentemente, os impostos.

Planejamento tributário periódico: Ao analisar dados reais (margem de lucro, giro de estoque, ticket médio e despesas), é possível prever a carga tributária e aplicar estratégias de economia mês a mês.

Separação de atividades dentro da farmácia: Nem toda operação de uma farmácia precisa ser tributada da mesma forma. 

Dependendo da estrutura, é possível criar centros de custo, CNPJs auxiliares ou estratégias societárias legais para reduzir o impacto tributário.

Recuperação de tributos pagos a maior: Farmácias que migraram de regime ou que já atuam há anos no Lucro Real podem ter direito à restituição de impostos pagos indevidamente. Esse processo pode gerar economias significativas e até créditos para uso futuro.

Ou seja: no Lucro Real, a farmácia paga menos quando tem controle e planejamento, e é exatamente aí que entra a contabilidade especializada.

Os erros mais comuns das farmácias no Lucro Real

Muitas farmácias pagam mais imposto do que deveriam por falta de orientação correta. 

Veja os principais erros:

  • Não registrar despesas dedutíveis

  • Misturar contas pessoais com contas da empresa

  • Não controlar o estoque corretamente

  • Perder créditos fiscais por falta de sistema adequado

  • Não utilizar relatórios gerenciais para tomar decisões

  • Operar sem acompanhamento contábil estratégico

Esses erros fazem com que o Lucro Real, que poderia ser vantajoso, se torne um pesadelo tributário. A diferença está na gestão, não no regime.

Como a Five Consultant Contabilidade ajuda farmácias no Lucro Real

A Five Consultant atua com contabilidade especializada para farmácias, oferecendo um trabalho muito além da apuração de tributos. 

Nosso foco é proteger o seu lucro e transformar os números em decisões estratégicas para o negócio.

Nós ajudamos sua farmácia com:

✔ Implantação correta do Lucro Real
✔ Controle de estoque eficiente
✔ Recuperação de impostos pagos a maior
✔ Crédito de PIS e COFINS
✔ Uso estratégico de despesas dedutíveis
✔ Previsão tributária mensal
✔ Relatórios de desempenho financeiro
✔ Planejamento tributário anual
✔ Suporte para expansão e abertura de filiais

Com o acompanhamento certo, sua farmácia pode crescer sem perder dinheiro para os impostos, e com total segurança fiscal.

Lucro Real não é obstáculo: é oportunidade de crescimento

O Lucro Real assusta muitos empresários do setor farmacêutico. Mas, com planejamento e acompanhamento profissional, ele pode ser o regime mais econômico, estratégico e seguro para o crescimento do negócio.

Ao invés de ver o imposto como inimigo, a farmácia pode usar o Lucro Real a seu favor — reduzindo a carga tributária, fortalecendo a gestão e tomando decisões baseadas em números reais.

E você não precisa fazer isso sozinho.

Sua farmácia está no Lucro Real ou pretende migrar em breve para esse regime?

A Five Consultant Contabilidade pode montar um plano tributário personalizado para o seu negócio, reduzindo impostos e protegendo o lucro da sua farmácia com total segurança jurídica.

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As drogarias que prosperam não são as que vendem mais, são as que sabem pagar menos impostos.

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Por que sua farmácia precisa de um contador especializado

Ter uma farmácia envolve muito mais do que vender medicamentos. É um negócio altamente regulado, com diversas exigências fiscais, sanitárias e trabalhistas. 

Por isso, contar com um contador especializado em farmácias não é apenas um diferencial, é uma necessidade para garantir a saúde financeira do negócio e evitar problemas com os órgãos fiscalizadores.

Farmácias e drogarias lidam com regimes tributários específicos, obrigações acessórias detalhadas e normas da Anvisa que exigem organização e controle. 

Além disso, questões como gestão de estoque, precificação correta, folha de pagamento e emissão de notas fiscais exigem conhecimento técnico para que o negócio tenha lucro e cresça com segurança.

Se você possui ou pretende abrir uma farmácia, este conteúdo vai mostrar por que o contador especializado pode ser o maior aliado do seu negócio. Continue a leitura!

A rotina fiscal de uma farmácia é diferente de outros negócios

Muitos empreendedores acreditam que toda contabilidade é igual, mas não é. Uma farmácia possui particularidades que a diferenciam de outros comércios. 

Veja alguns exemplos:

  • Controle de medicamentos sujeitos à fiscalização

  • Obrigatoriedade de escrituração do SNGPC

  • Tributação específica por tipo de produto

  • Regras diferenciadas para ICMS-ST

  • Necessidade de registro sanitário

  • Obrigações acessórias estaduais e federais

  • Emissão de nota fiscal eletrônica com códigos corretos

Além disso, os produtos vendidos na farmácia podem ter tributação diferente na mesma nota fiscal, o que exige muita atenção para evitar erros na apuração dos impostos.

É nesse cenário que surge a importância de um contador com experiência no segmento farmacêutico, capaz de oferecer soluções que realmente se encaixem na realidade do negócio.

Contador genérico x contador especializado: qual a diferença?

Contratar uma contabilidade que atende diversos tipos de empresas pode até parecer mais barato. Mas, com o tempo, a falta de conhecimento específico gera custos muito maiores, seja em forma de tributos pagos a mais, multas ou problemas com a Vigilância Sanitária.

Veja a diferença entre um contador genérico e um contador especializado em farmácias:

Contador genérico Contador especializado
Aplica regimes tributários “padrão” Analisa o melhor regime para farmácias
Não conhece regras da Anvisa Possui domínio das normas sanitárias
Custo menor, mas risco maior Foca na prevenção e economia
Atua de forma reativa Atua de forma estratégica e consultiva

Conclusão: Pagar barato nem sempre é economia. Em muitos casos, a farmácia paga mais imposto do que deveria por falta de orientação especializada.

Principais desafios que uma farmácia enfrenta na gestão contábil

Gerenciar uma farmácia vai muito além da operação comercial. Existem desafios diários que exigem controle, estratégia e apoio de uma contabilidade preparada. Entre os principais, destacam-se:

📌 Estoque grande e diversificado

O estoque de farmácias é um dos mais complexos do comércio, com produtos perecíveis, variação de preço constante e itens com margem reduzida. Um erro de compra ou gestão pode comprometer o fluxo de caixa.

📌 Tributação por produto e por estado 

Medicamentos genéricos, produtos de higiene e dermocosméticos podem ter alíquotas diferentes. Sem um bom planejamento tributário, a farmácia pode recolher impostos a mais ou sofrer autuações.

📌 Controle de medicamentos controlados

O envio de informações para o SNGPC deve ser feito regularmente e de forma precisa. Erros podem gerar autuações e restrições sanitárias.

📌 Gestão de funcionários e folha de pagamento

Farmácias costumam ter balcão, operadores de caixa, farmacêutico responsável técnico e muitas vezes turnos de trabalho distintos, e isso impacta diretamente o cálculo de encargos e adicionais.

📌 Precificação e competitividade

Com o avanço das grandes redes, pequenas e médias farmácias precisam de estratégia para manter a rentabilidade. Um contador especializado pode ajudar a definir preços e margens de forma inteligente.

5 motivos para contratar um contador especializado em farmácias

A seguir, veja por que uma contabilidade especializada pode transformar a realidade do seu negócio:

1.Tributação correta e economia de impostos:

Farmácias podem se enquadrar no Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real e a escolha certa determina o lucro no final do mês. 

Um contador especializado identifica o melhor regime e evita tributação desnecessária.

2.Emissão de nota fiscal sem erros:

Emitir nota fiscal com CFOP, CST ou NCM incorreto pode gerar problemas com o fisco e isso é mais comum do que parece. 

Uma contabilidade especializada sabe exatamente como cada item deve ser registrado.

3.Controle do SNGPC e exigências da Anvisa:

Além de fiscais, farmácias lidam com normas sanitárias rígidas. Um contador experiente já conhece o funcionamento dos sistemas ligados à Anvisa, o que evita dor de cabeça e fiscalizações.

4.Análise de margem e precificação inteligente:

Vender muito não significa lucrar. Com apoio da contabilidade especializada, é possível definir preço ideal, monitorar o giro do estoque e aumentar a rentabilidade do negócio.

5.Apoio estratégico para crescimento:

Uma farmácia pode crescer de forma planejada, e não apenas “na tentativa e erro”. 

O contador especializado oferece relatórios, projeções e orientação para decisões inteligentes de expansão.

Farmácias podem pagar menos impostos

Existem estratégias legais que podem reduzir significativamente a carga tributária da farmácia. Entre as mais utilizadas por contadores especializados, estão:

  • Análise tributária por produto

  • Revisão de NCM e CFOP para correção de impostos

  • Estudo comparativo de regimes tributários

  • Simulações de lucro presumido vs. Simples Nacional

  • Acompanhamento da legislação estadual para ICMS-ST

  • Organização de folha para evitar autuações trabalhistas

Tudo isso pode representar economia real todos os meses, garantindo mais caixa para reinvestir no negócio.

Conclusão

A farmácia é um negócio com grande potencial de crescimento, mas também cheio de exigências fiscais e sanitárias. Sem um acompanhamento contábil especializado, os riscos se multiplicam e os resultados ficam comprometidos.

Por outro lado, quando a farmácia tem um contador especializado, os benefícios são claros:

✔ Menos impostos
✔ Mais lucro
✔ Gestão eficiente
✔ Regularidade com o fisco e a Anvisa
✔ Previsão financeira e segurança para crescer

E é exatamente isso que a Five Consultant Contabilidade oferece: uma contabilidade especializada em farmácias, com foco em estratégia, lucratividade, conformidade e crescimento sustentável.

Sua farmácia está pagando imposto demais?

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Como obter o alvará de vigilância sanitária para uma farmácia

Abrir uma farmácia no Brasil exige muito mais do que investimento financeiro e escolha de um bom ponto comercial. Trata-se de uma atividade altamente regulada, que lida diretamente com a saúde da população e, por isso, precisa seguir normas rígidas estabelecidas pelos órgãos de fiscalização.

Um dos documentos mais importantes nesse processo é o alvará de vigilância sanitária, obrigatório para que a farmácia possa funcionar legalmente. Sem ele, o empreendimento pode ser multado, interditado e até ter suas atividades suspensas.

Neste artigo, vamos explicar em detalhes o que é o alvará da vigilância sanitária, por que ele é necessário, os documentos exigidos, o passo a passo para obtê-lo e como a contabilidade especializada pode ajudar sua farmácia a se manter regularizada.

O que é o alvará de vigilância sanitária?

O alvará de vigilância sanitária é um documento emitido pela autoridade sanitária local (geralmente a Secretaria Municipal de Saúde ou órgão correspondente) que autoriza o funcionamento de estabelecimentos que lidam com produtos e serviços que impactam a saúde pública.

No caso das farmácias, o alvará garante que o local cumpre todas as exigências legais e sanitárias, como:

  • Condições adequadas de higiene e estrutura física;

  • Presença de um responsável técnico farmacêutico, registrado no Conselho Regional de Farmácia (CRF);

  • Armazenamento correto de medicamentos;

  • Cumprimento de normas de biossegurança;

  • Regularidade nos cadastros junto aos órgãos de fiscalização.

Sem esse documento, a farmácia não pode exercer atividades como venda de medicamentos, manipulação de fórmulas ou comercialização de produtos controlados.

Por que a farmácia precisa do alvará sanitário?

O alvará não é apenas uma exigência burocrática: ele garante a segurança da população e protege o próprio empreendedor contra riscos legais e financeiros.

Entre os principais motivos para obtê-lo estão:

  1. Legalidade: Só com o alvará a farmácia pode atuar de forma regular.

  2. Confiança dos clientes: Consumidores se sentem mais seguros ao comprar em um estabelecimento autorizado e fiscalizado.

  3. Fiscalização constante: Sem o alvará, a farmácia pode ser multada ou interditada pela vigilância sanitária.

  4. Credibilidade no mercado: Farmácias sem alvará podem ser impedidas de firmar contratos com laboratórios, fornecedores e convênios.

  5. Obrigatoriedade em outras licenças: Para conseguir autorizações complementares, como o cadastro no SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), o alvará é indispensável.

Documentos necessários para solicitar o alvará de vigilância sanitária

A lista pode variar conforme o município, mas em geral, os principais documentos exigidos para farmácias são:

  • Requerimento padrão do órgão de vigilância sanitária local;

  • Contrato social ou requerimento de empresário individual registrado na Junta Comercial;

  • CNPJ ativo e atualizado;

  • Inscrição estadual (quando aplicável);

  • Alvará de localização e funcionamento expedido pela prefeitura;

  • Registro do responsável técnico no Conselho Regional de Farmácia (CRF);

  • Comprovante de vínculo do farmacêutico com a empresa (contrato de trabalho ou prestação de serviços);

  • Planta baixa do estabelecimento aprovada pelos órgãos competentes;

  • Laudo do Corpo de Bombeiros, atestando a segurança contra incêndios;

  • Certificado de limpeza e controle de pragas;

  • Outros documentos específicos que a vigilância local pode solicitar.

É importante lembrar que a farmácia deve ter um farmacêutico responsável técnico presente durante todo o horário de funcionamento, exigência fiscalizada tanto pelo CRF quanto pela vigilância sanitária.

Estrutura física exigida para obter o alvará

Além dos documentos, a farmácia precisa estar adequada às normas sanitárias e estruturais para conseguir o alvará. Alguns requisitos básicos incluem:

  • Ambiente limpo, ventilado e organizado;

  • Espaço separado para estoque de medicamentos;

  • Área de dispensação adequada para atendimento ao público;

  • Condições apropriadas de iluminação;

  • Controle de temperatura e umidade para armazenamento de remédios;

  • Local adequado para descarte de resíduos, conforme normas ambientais;

  • Acessibilidade para pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Farmácias de manipulação possuem exigências adicionais, como laboratórios específicos para preparo de fórmulas e controle rigoroso de qualidade.

Passo a passo para obter o alvará de vigilância sanitária

Agora que você já sabe os documentos e condições necessárias, veja o passo a passo para conseguir o alvará:

1.Formalize a abertura da farmácia: Antes de solicitar o alvará, é preciso ter o CNPJ, o alvará de funcionamento da prefeitura e o registro do contrato social.

2.Contrate um farmacêutico responsável técnico: Nenhuma farmácia pode funcionar sem a presença de um profissional habilitado. Ele deve estar inscrito no CRF e vinculado ao estabelecimento.

3.Adeque a estrutura física: Garanta que o espaço esteja em conformidade com as normas da Anvisa e da vigilância sanitária local. Isso inclui limpeza, organização, acessibilidade e áreas destinadas a estoque e atendimento.

4.Reúna a documentação exigida: Separe todos os documentos listados anteriormente, incluindo registros da empresa, vínculo do farmacêutico e laudos obrigatórios.

5.Protocole o pedido na vigilância sanitária: O processo é feito na Secretaria Municipal de Saúde ou órgão correspondente. Em alguns municípios, o protocolo pode ser online.

6.Aguarde a vistoria técnica: A vigilância sanitária realizará uma inspeção presencial na farmácia, verificando se o local cumpre todos os requisitos legais e estruturais.

7.Receba o alvará: Se não houver irregularidades, o órgão emite o alvará de vigilância sanitária, autorizando a farmácia a funcionar legalmente.

Renovação do alvará

O alvará de vigilância sanitária não é definitivo. Ele deve ser renovado anualmente ou no prazo determinado pelo município.

Durante a renovação, a farmácia passa novamente por vistoria, garantindo que continua atendendo às normas sanitárias. Se houver irregularidades, o alvará pode ser suspenso ou cancelado.

Penalidades para farmácias sem alvará

Atuar sem o alvará é um risco enorme. Entre as consequências possíveis estão:

  • Multas elevadas;

  • Interdição do estabelecimento;

  • Apreensão de medicamentos;

  • Processos administrativos e judiciais;

  • Prejuízos à imagem e credibilidade da farmácia.

Ou seja, abrir as portas sem o documento é sinônimo de problemas e pode até inviabilizar o negócio.

O papel da contabilidade especializada

A obtenção do alvará de vigilância sanitária faz parte de um conjunto de etapas burocráticas que exigem conhecimento técnico e organização. 

Uma contabilidade especializada em farmácias pode ajudar em várias frentes:

  • Orientação na escolha da natureza jurídica e regime tributário mais vantajoso;

  • Apoio na formalização da empresa junto à Receita Federal e Junta Comercial;

  • Auxílio na obtenção de licenças municipais e estaduais;

  • Acompanhamento da parte fiscal, trabalhista e previdenciária;

  • Suporte contínuo para manter a farmácia em conformidade legal e sanitária.

Com esse suporte, o empresário tem mais segurança para focar na gestão e no atendimento, enquanto a contabilidade cuida da burocracia.

Conclusão

O alvará de vigilância sanitária é um documento indispensável para o funcionamento de qualquer farmácia. Mais do que uma obrigação legal, ele representa um compromisso com a saúde pública e com a qualidade do atendimento prestado aos clientes.

Seguir o passo a passo corretamente, reunir toda a documentação e manter a estrutura adequada são pontos fundamentais para obter o alvará sem complicações. 

Além disso, contar com o apoio de uma contabilidade especializada pode tornar esse processo mais ágil, seguro e eficiente.

👉 Se você está planejando abrir uma farmácia ou precisa regularizar seu negócio, fale com a Five Consultant Contabilidade. 

Nossa equipe é especializada em empreendimentos da área da saúde e pode ajudar sua farmácia a conseguir o alvará de vigilância sanitária e manter a conformidade fiscal e contábil.

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Reforma tributária no setor farmacêutico: como preparar sua farmácia

A reforma tributária é, sem dúvida, uma das maiores transformações do sistema fiscal brasileiro nos últimos anos. 

Com a aprovação da Emenda Constitucional 132/2023 e a regulamentação pela Lei Complementar 214/2025, farmácias e drogarias precisam estar atentas às mudanças que impactarão diretamente a forma de recolhimento de impostos, a precificação dos medicamentos e a gestão financeira.

O novo modelo prevê a substituição de tributos como PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS por dois novos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que formam o sistema de IVA Dual

Embora a promessa seja de simplificação, a realidade é que o setor farmacêutico, caracterizado por margens apertadas e alta carga tributária, precisará se adaptar rapidamente para não perder competitividade.

Neste artigo, você vai entender como a reforma afeta as farmácias, quais cuidados tomar e como se preparar para esse novo cenário tributário.

O que muda com a reforma tributária?

O atual sistema de impostos sobre consumo é considerado um dos mais complexos do mundo. A reforma busca simplificar e padronizar, mas isso significa mudanças significativas:

  • Extinção do PIS, COFINS, ICMS, ISS e IPI. 
  • Criação da CBS (federal) e do IBS (estadual/municipal). 
  • Aplicação da lógica do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), já usada em países da Europa. 
  • Alíquota única ampla para a maioria dos produtos e serviços, com poucas exceções. 
  • Destacamento obrigatório dos impostos na nota fiscal. 
  • Split payment, sistema onde o tributo passa a ser recolhido no momento da transação, sem que o dinheiro passe integralmente pela conta da farmácia.

Na prática, isso exige novos sistemas de gestão, revisão de preços e maior rigor na organização contábil.

Impactos da reforma tributária nas farmácias

O setor farmacêutico tem características específicas que o tornam especialmente sensível às mudanças. Veja os principais impactos esperados:

1.Carga tributária sobre serviços contratados

Farmácias dependem fortemente de serviços como logística, sistemas de gestão, marketing e meios de pagamento. Atualmente, esses serviços são tributados em torno de 11% a 16%. Com a reforma, essa alíquota pode subir para cerca de 25% a 26%.

Isso significa aumento no custo operacional e necessidade de repensar a precificação dos medicamentos e produtos de perfumaria.

2.Destacamento dos tributos na nota

Os novos impostos serão destacados de forma mais clara nas notas fiscais, o que pode gerar maior sensibilidade de preço por parte dos consumidores. 

Para um setor em que o cliente compara valores facilmente, qualquer percepção de aumento pode afetar as vendas.

As farmácias precisarão trabalhar com estratégias comerciais e de comunicação para mostrar o valor agregado de seus serviços, como atendimento qualificado, conveniência e programas de fidelidade.

3.Split payment e o fluxo de caixa

O split payment será uma das mudanças mais desafiadoras. Atualmente, a farmácia recebe o valor integral da venda e depois recolhe os tributos. 

Com a reforma, o imposto será retido automaticamente no pagamento e repassado ao governo.

Isso pode reduzir a previsibilidade de caixa e exigir planejamento financeiro ainda mais rigoroso, já que a farmácia terá acesso apenas ao valor líquido da venda.

4.Aproveitamento de créditos tributários

No modelo de IVA, as farmácias terão direito a créditos sobre impostos pagos em suas compras. 

Porém, para aproveitá-los, é essencial que todos os fornecedores emitam notas fiscais corretas e que as despesas da farmácia estejam devidamente registradas no CNPJ.

Sem esse cuidado, a empresa pode perder créditos importantes e pagar mais tributos do que deveria.

5.Medicamentos e alíquotas diferenciadas

O governo já sinalizou que medicamentos podem ter tratamento tributário diferenciado dentro do IVA, com possibilidade de alíquota reduzida em relação a outros produtos. 

Contudo, ainda haverá regras específicas para definir quais categorias de medicamentos se beneficiarão.

Na prática, isso exigirá atenção constante à legislação e uma contabilidade especializada para aplicar corretamente os benefícios fiscais e evitar autuações.

Como preparar sua farmácia para a reforma tributária

Diante desse novo cenário, farmácias que se anteciparem terão vantagens competitivas. Veja as principais estratégias:

1.Revisar o cadastro fiscal dos produtos

Cada medicamento ou produto precisa estar corretamente classificado no sistema com NCM atualizado. Um erro na classificação pode gerar tributação incorreta ou perda de créditos.

Investir na revisão do cadastro fiscal é um dos primeiros passos para se adequar à reforma.

2.Fortalecer o controle financeiro

Com o split payment, a gestão do fluxo de caixa será ainda mais crítica. É fundamental:

  • Ter projeções financeiras detalhadas. 
  • Acompanhar diariamente entradas e saídas. 
  • Manter reservas de emergência para períodos de menor faturamento. 
  • Usar ferramentas de conciliação bancária integradas.

3.Formalizar todas as despesas

Para não perder créditos tributários, todas as despesas precisam estar vinculadas ao CNPJ da farmácia e acompanhadas de nota fiscal. Misturar contas pessoais com empresariais pode custar caro nesse novo cenário.

Além disso, sistemas de gestão financeira e contábil integrados serão fundamentais para lidar com as novas exigências. 

O sistema precisa ser capaz de emitir notas fiscais já adaptadas ao IBS e CBS, controlar créditos tributários e gerar relatórios confiáveis para o contador.

4.Avaliar o regime tributário

A reforma pode alterar a atratividade dos regimes atuais, como o Simples Nacional e o Lucro Presumido

Algumas farmácias poderão se beneficiar do chamado Simples Híbrido, em que permanecem no Simples, mas destacam IBS e CBS separadamente.

Uma análise criteriosa, junto à contabilidade, ajudará a identificar a melhor estrutura tributária para cada caso.

5.Contar com assessoria contábil especializada no setor farmacêutico

A complexidade da tributação sobre medicamentos e o impacto da reforma exigem o suporte de profissionais com experiência no setor. 

Uma contabilidade especializada ajuda a:

  • Garantir conformidade fiscal. 
  • Aproveitar alíquotas reduzidas e benefícios fiscais. 
  • Planejar a precificação e o fluxo de caixa. 
  • Evitar autuações e multas.

Cronograma da reforma: quando sua farmácia será afetada

A implementação será gradual, o que dá tempo para se adaptar:

  • 2026: Início das alíquotas-teste (CBS 0,9% e IBS 0,1%), sem recolhimento efetivo, mas com obrigatoriedade de destaque nas notas fiscais. 
  • 2027: Extinção de PIS e Cofins, entrada da CBS com alíquota cheia e início do split payment. 
  • 2029: Entrada gradual do IBS, substituindo ICMS e ISS. 
  • 2033: Finalização do processo de transição entre formatos de tributação.

Conclusão

A reforma tributária no setor farmacêutico representa um grande desafio, mas também uma oportunidade. Farmácias que se anteciparem, organizarem seus processos e contarem com o apoio de uma contabilidade especializada terão condições de se adaptar sem prejuízos e até de ganhar competitividade.

A preparação envolve desde a revisão de cadastros fiscais até a modernização da gestão de caixa e a análise do melhor regime tributário.

Na Five Consultant Contabilidade, somos especialistas em apoiar farmácias e drogarias na adequação às novas regras fiscais e no fortalecimento da gestão financeira. 

Se você deseja preparar sua farmácia para a reforma tributária e garantir segurança e lucratividade, fale com nossos especialistas.

👉 Entre em contato com a Five Consultant Contabilidade e descubra como podemos ajudar sua farmácia a crescer com segurança no novo cenário tributário.

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SNGPC e controle de medicamentos para farmácias

O controle de medicamentos em farmácias via SNGPC é uma exigência que vai muito além de uma obrigação burocrática. Ele está diretamente relacionado à segurança dos pacientes, ao cumprimento das normas sanitárias e à proteção da própria farmácia contra penalidades legais.

O SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados) é uma ferramenta essencial para o setor farmacêutico.

Neste artigo, preparado pela Five Consultant Contabilidade, vamos explicar de forma completa o que é o SNGPC, como ele funciona, quais medicamentos devem ser controlados, as responsabilidades das farmácias e como garantir o correto envio das informações para a ANVISA.

Além disso, mostraremos como a gestão contábil especializada pode ajudar o empresário do setor a manter tudo em conformidade com a legislação.

O que é o SNGPC?

O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) é uma plataforma desenvolvida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) com o objetivo de monitorar a movimentação de medicamentos controlados no Brasil.

Esse sistema permite que farmácias e drogarias enviem, em tempo real, informações sobre a compra, venda, estoque e dispensação de medicamentos sujeitos a controle especial, conforme previsto na Portaria nº 344/1998 e em outras legislações correlatas.

O principal objetivo do SNGPC é coibir o uso indevido desses produtos, evitando fraudes e garantindo que o consumo seja feito apenas mediante prescrição médica adequada.

Por que o SNGPC é tão importante para as farmácias?

O SNGPC é uma ferramenta estratégica para a fiscalização sanitária, mas também representa uma proteção para a própria farmácia.

Ao manter o sistema atualizado e em conformidade, o estabelecimento demonstra que cumpre as exigências legais, evita multas e garante sua regularidade perante os órgãos fiscalizadores.

Além disso, o sistema auxilia no controle interno, permitindo que o farmacêutico responsável tenha maior segurança na gestão de estoques e reduza riscos de desabastecimento ou irregularidades nas movimentações de produtos.

Quais medicamentos devem ser controlados pelo SNGPC?

Nem todos os medicamentos comercializados nas farmácias são controlados pelo SNGPC.

O sistema abrange apenas os produtos que se enquadram nas listas de substâncias controladas pela ANVISA, tais como:

  • Medicamentos psicotrópicos;

  • Entorpecentes;

  • Antirretrovirais específicos;

  • Anabolizantes de uso restrito;

  • Outros produtos sujeitos a controle especial definidos pela legislação.

Esses medicamentos só podem ser dispensados mediante apresentação de receita médica especial, que deve ser retida ou registrada, dependendo do tipo de substância.

Como funciona o envio de informações para o SNGPC?

O envio das informações ao SNGPC é feito de forma eletrônica, por meio do Certificado Digital da farmácia e com o uso do sistema informatizado integrado ao portal da ANVISA.

O farmacêutico responsável técnico deve cadastrar os dados referentes a:

  • Entradas de medicamentos (compras e transferências);

  • Saídas (vendas mediante prescrição médica);

  • Ajustes de estoque;

  • Perdas e devoluções.

Essas informações são enviadas regularmente, e qualquer inconsistência pode gerar pendências que precisam ser corrigidas para evitar notificações e penalidades.

Responsabilidades da farmácia no uso do SNGPC

O uso correto do SNGPC é uma obrigação legal que envolve diversas responsabilidades para a farmácia e, principalmente, para o farmacêutico responsável técnico. Entre as principais estão:

  • Manter o cadastro atualizado junto à ANVISA;

  • Garantir que todas as movimentações de medicamentos controlados sejam registradas corretamente;

  • Verificar periodicamente se há pendências no sistema;

  • Realizar conciliações de estoque para evitar divergências;

  • Manter todos os documentos físicos (receitas e registros) arquivados conforme exigência legal.

O descumprimento dessas obrigações pode resultar em autuações, multas e até na suspensão do alvará de funcionamento do estabelecimento.

Boas práticas para o controle de medicamentos

Para evitar erros no envio das informações e manter o controle eficiente dos medicamentos sujeitos a controle especial, é recomendável adotar algumas boas práticas:

1.Treinar a equipe – Os funcionários que lidam com a movimentação de medicamentos precisam conhecer as regras e saber operar corretamente o sistema.

2.Realizar auditorias internas – Verificar periodicamente se o estoque físico confere com os registros do SNGPC.

3.Automatizar processos – Utilizar sistemas de gestão integrados que facilitem a comunicação com o SNGPC e reduzam falhas humanas.

4.Manter o farmacêutico sempre atualizado – A legislação pode sofrer alterações, e o responsável técnico precisa estar a par de todas elas.

Seguindo essas práticas, a farmácia minimiza o risco de inconsistências e garante total conformidade com as normas.

Erros comuns no gerenciamento do SNGPC

Muitas farmácias acabam enfrentando problemas por cometer erros simples, como:

  • Deixar de enviar os arquivos dentro do prazo;

  • Registrar dados incompletos ou incorretos;

  • Não conciliar o estoque físico com o eletrônico;

  • Substituir o farmacêutico responsável sem atualizar o sistema.

Essas falhas podem gerar notificações da ANVISA, obrigando o estabelecimento a corrigir rapidamente as pendências sob pena de sanções.

Como a contabilidade pode ajudar no controle do SNGPC?

Embora o controle do SNGPC seja uma responsabilidade técnica do farmacêutico, a contabilidade especializada tem um papel importante na organização geral do negócio.

A Five Consultant Contabilidade, por exemplo, auxilia farmácias em todas as etapas de conformidade, garantindo que obrigações fiscais, tributárias e regulatórias sejam cumpridas corretamente. Além disso, o suporte contábil permite:

  • Melhor gestão dos custos de estoque;

  • Planejamento tributário para reduzir impostos;

  • Apoio no cumprimento de prazos e exigências legais;

  • Organização documental, evitando problemas em auditorias.

Com uma contabilidade parceira, o empresário pode focar no atendimento e na gestão da farmácia, enquanto especialistas cuidam das obrigações fiscais e regulatórias.

Conclusão: manter o SNGPC em dia é essencial

O SNGPC e o controle de medicamentos para farmácias são elementos indispensáveis para a segurança dos pacientes, para a regularidade do negócio e para o crescimento sustentável do estabelecimento.

Cumprir as exigências da ANVISA não é apenas uma obrigação legal, mas também uma forma de demonstrar profissionalismo e credibilidade no mercado.

Se você é proprietário de farmácia e deseja ter tranquilidade no cumprimento dessas normas, conte com a Five Consultant Contabilidade.

Nossa equipe está preparada para oferecer o suporte que você precisa, garantindo que seu negócio esteja sempre regularizado e financeiramente saudável.

📲 Entre em contato agora mesmo com a Five Consultant Contabilidade e descubra como podemos ajudar sua farmácia a crescer com segurança e eficiência!

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Diferença entre drogaria e farmácia: implicações fiscais e contábeis

Você sabe qual é a diferença entre drogaria e farmácia? Embora muitas pessoas utilizem os termos como sinônimos, existem distinções importantes entre esses dois tipos de estabelecimentos, especialmente no que diz respeito às atividades permitidas, à legislação aplicável e às obrigações fiscais e contábeis.

Para empresários e gestores do setor farmacêutico, entender essas diferenças é essencial. A escolha correta do enquadramento, do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e do regime tributário pode impactar diretamente na carga tributária, na rentabilidade e na segurança jurídica do negócio.

Neste artigo, a equipe da Five Consultant Contabilidade explica as diferenças entre drogaria e farmácia e mostra como essas características influenciam na contabilidade e na tributação de cada tipo de estabelecimento.

O que é uma farmácia?

A farmácia é caracterizada como um estabelecimento de assistência à saúde, não apenas um ponto de venda de medicamentos.

As farmácias podem ser de dois tipos:

  • Farmácia sem manipulação: Atua na dispensação de medicamentos industrializados e outros produtos de saúde.

  • Farmácia com manipulação: Também conhecida como farmácia de manipulação, é autorizada a preparar medicamentos personalizados, seguindo prescrições médicas individuais.

Além de vender medicamentos, a farmácia pode oferecer serviços farmacêuticos, como:

  • Aplicação de vacinas

  • Aferição de pressão arterial

  • Testes rápidos

  • Orientação farmacêutica individualizada

Por prestar esses serviços clínicos, a farmácia deve ter sempre um farmacêutico responsável técnico presente durante o funcionamento.

O que é uma drogaria?

As drogarias, por sua vez, são estabelecimentos voltados exclusivamente para a comercialização de medicamentos industrializados, cosméticos, produtos de higiene e correlatos. Elas não podem manipular fórmulas nem prestar os mesmos serviços clínicos que uma farmácia com manipulação.

A principal característica das drogarias é a atuação como comércio varejista. Por isso, seu foco é a venda de produtos, sem envolvimento direto na produção ou personalização de medicamentos.

Assim como nas farmácias, a presença de um farmacêutico responsável durante o horário de funcionamento é obrigatória, conforme as normas da Anvisa.

Diferenças essenciais entre drogaria e farmácia

Aspecto Farmácia Drogaria
Natureza da atividade Assistência à saúde, podendo manipular medicamentos e prestar serviços clínicos Comércio varejista de medicamentos industrializados e produtos de higiene
Manipulação de fórmulas Sim, quando autorizada pela Anvisa e pela Vigilância Sanitária Não é permitida
Serviços farmacêuticos Autorizados, incluindo aplicação de vacinas e testes rápidos Limitados, geralmente restritos à orientação farmacêutica básica
Responsável técnico Farmacêutico presente durante todo o expediente Farmacêutico presente durante todo o expediente
Regulação Lei nº 13.021/2014, RDCs da Anvisa e normas estaduais/municipais Lei nº 13.021/2014 e normas específicas para comércio de medicamentos

Implicações fiscais e contábeis

A diferença entre farmácia e drogaria não é apenas operacional. Do ponto de vista fiscal e contábil, existem particularidades que impactam diretamente na forma como esses negócios são tributados e gerenciados.

1. CNAE e natureza jurídica

O CNAE define a atividade principal do estabelecimento e influencia diretamente nas obrigações fiscais e no regime tributário aplicável.

A escolha do CNAE correto é essencial para evitar problemas fiscais e multas.

2. Regimes tributários aplicáveis

Tanto farmácias quanto drogarias podem optar por um dos três regimes tributários abaixo:

  • Simples Nacional: Mais simples, unifica tributos em uma guia (DAS). É permitido para empresas com faturamento anual até R$ 4,8 milhões. No entanto, as farmácias de manipulação podem ter alíquotas maiores, dependendo do anexo aplicável.

  • Lucro Presumido: Regime para empresas com faturamento anual até R$ 78 milhões. Os impostos (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS/ICMS) são apurados separadamente, com base em margens presumidas.

  • Lucro Real: Obrigatório para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões e para algumas atividades específicas. É mais complexo, mas pode ser vantajoso em casos de margens de lucro reduzidas.

Cada regime apresenta vantagens e desvantagens que devem ser analisadas com auxílio contábil.

3. Incidência de ICMS e ISS

  • Drogarias: A maior parte das operações envolve a venda de medicamentos e produtos, sujeitos ao ICMS, tributo estadual que varia conforme o tipo de medicamento e o estado.

  • Farmácias de manipulação: Além do ICMS sobre medicamentos industrializados, incidem também o ISS (Imposto Sobre Serviços) sobre a manipulação de fórmulas, já que esta é considerada prestação de serviço.

Essa diferenciação é de fundamental importância para apuração correta dos tributos.

4. Créditos fiscais e substituição tributária

Outro ponto relevante é a aplicação da substituição tributária (ST) no setor farmacêutico. Muitos medicamentos são tributados pelo ICMS-ST, onde o imposto é recolhido antecipadamente pelo fabricante ou distribuidor, cabendo à farmácia ou drogaria apenas repassar o valor ao consumidor.

No Lucro Presumido ou Lucro Real, empresas podem se beneficiar de créditos fiscais, o que não ocorre no Simples Nacional.

Por que contar com uma contabilidade especializada?

O segmento farmacêutico é altamente regulado e sujeito a fiscalizações constantes. Por isso, contar com um escritório de contabilidade especializado em drogarias e farmácias é fundamental para:

  • Garantir a correta apuração e recolhimento de tributos;

  • Aproveitar benefícios fiscais legais;

  • Evitar autuações e multas;

  • Manter o negócio em conformidade com a legislação.

A Five Consultant Contabilidade possui experiência no atendimento a empresas do setor farmacêutico, oferecendo suporte completo para gestão fiscal, contábil e tributária.

Conclusão

A diferença entre drogaria e farmácia vai muito além da manipulação de medicamentos. Essas diferenças impactam diretamente a tributação, o cumprimento de obrigações fiscais e o planejamento contábil.

Empresários do setor precisam estar atentos ao CNAE correto, ao regime tributário mais vantajoso e às obrigações específicas de cada atividade. Uma escolha equivocada pode resultar em impostos mais altos e riscos fiscais.

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